FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS DO ESTADO DO PARANÁ

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Teto do MEI, Simples e reforma tributária: o que os pequenos negócios precisam

O reajuste do teto do MEI voltou ao centro do debate econômico em Brasília e promete efeito direto nos estados brasileiros, especialmente aqueles com maiores economias. A proposta permite que o microempreendedor contrate até dois empregados, o dobro do que a regra atual autoriza. O tema ganhou destaque no programa Expressão Nacional, da TV Câmara, que reuniu autoridades e representantes do setor. Por sua vez, o encontro expôs consensos sobre o MEI e divergências sobre o Simples Nacional.

A Conampe/Fampepar representou o setor produtivo dos pequenos negócios, com a participação do seu presidente, Ercílio Santinoni, conselheiro do Sebrae Nacional, coordenador temático do Fórum Permanente da Microempresa e EPP nacional, coordenado pelo Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e membro do Conselho Gestor do Simples Nacional (CGSN).

O que está em jogo no novo teto do MEI

O Brasil soma quase 17 milhões de microempreendedores individuais e não atualiza o limite de faturamento desde 2018. Portanto, a defasagem já supera 70% de inflação no período. Segundo o presidente do Sebrae Nacional, Rodrigo Soares, o novo valor apenas repõe essa perda. “Você pega de 2018 para cá, passa de 72%. Esse aumento para R$ 140 mil repõe parte da inflação, ou a inflação total”, afirmou.

O debate reuniu os deputados federais Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) e Helder Salomão (PT-ES), além do secretário nacional de Ambiente de Negócios do Ministério do Empreendedorismo (MEMP), Maurício Juvenal, e do presidente da Conampe, Ercílio Santinoni. Aliás, Santinoni também preside a Fampepar e integra o Conselho Gestor do Simples Nacional.

Governo defende prioridade para o reajuste do teto do MEI

Para o governo, o MEI merece tratamento separado das empresas. Nesse sentido, Maurício Juvenal lembrou a origem do modelo. “O MEI não é empresa. Ele não foi criado em 2008 pensando em empresas, mas em pessoas. São manicures, pedreiros, eletricistas, essa gente que faz a roda da economia girar”, disse o secretário.

No entanto, ele alertou para os riscos de misturar os dois temas. “O risco de discutir os dois assuntos de forma correlata é criar um abismo tributário. Esse MEI ainda não está preparado para evoluir para um sistema como o Simples Nacional, e isso poderia levar à mortalidade desses pequenos negócios”, ponderou. Assim, o Ministério propõe um grupo de trabalho, a pedido do ministro, para tratar o Simples só depois das eleições.

Atualização do Simples Nacional divide o debate

A grande divergência recai sobre a proposta de elevar o teto do Simples de R$ 4,8 milhões para R$ 8,7 milhões por ano. De acordo com os participantes, a mudança custaria cerca de R$ 50 bilhões em arrecadação, com projeções que chegam a R$ 66 bilhões. Em contrapartida, o impacto do reajuste do MEI ficaria em torno de R$ 8,1 bilhões.

Relator de leis do setor no passado, Hauly defendeu uma engrenagem única dentro do novo IVA. “Elevar o teto do MEI ajuda, dois empregos ajuda, mas não resolve. Aumentar o teto do Simples, neste momento, não tem razão. Nós devíamos colocar essas empresas dentro do IVA, com débito e crédito completo”, propôs o deputado paranaense. Por fim, ele sugeriu compactar as faixas iniciais do Simples até R$ 360 mil, com alíquota menor.

Helder Salomão, ex-prefeito de Cariacica e primeiro gestor do país a aplicar a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, considerou o momento inadequado para o Simples. “Não cabe nesse momento mais 50 bilhões. A proposta do governo para o MEI é adequada. Tem uma redução na arrecadação, mas nós vamos ganhar em escala com o aumento da formalização”, avaliou.

Santinoni, por sua vez, chamou atenção para a sobreposição entre o teto do MEI e a primeira faixa da microempresa, que vai até R$ 180 mil. “Se o MEI for a 140, praticamente a primeira faixa fica se sobrepondo ao limite do MEI. E no Simples é mais caro”, observou. Ainda assim, ele defendeu a manutenção dos sublimites estaduais e municipais, para proteger a arrecadação dos municípios menores.

Box Conampe

Do crédito à exportação, as demandas dos pequenos negócios

Entre as prioridades citadas, o acesso ao crédito aparece como o maior desafio. “Eu diria que é o maior problema que eles têm hoje no país”, afirmou Rodrigo Soares. Para enfrentar o gargalo, o Sebrae opera um fundo garantidor de cerca de R$ 14 bilhões e oferece crédito assistido. Além disso, linhas como o Pronampe e o Procred praticam juros de 20% a 21% ao ano, ante os 35% cobrados no balcão dos bancos.

O governo também lançou um programa de renegociação de dívidas. De acordo com o Sebrae, cerca de 500 mil CNPJs em débito com a União podem voltar à atividade, com desconto de até 70% em juros e multas e parcelamento em até 140 meses. Enquanto isso, o mercado de compras públicas movimenta cerca de R$ 1 trilhão ao ano, mas apenas R$ 110 bilhões chegam hoje às micro e pequenas empresas.

Santinoni acrescentou que produtividade e digitalização preocupam tanto quanto o crédito. “O custo do dinheiro está proibitivo. A micro e pequena empresa está vendendo a janta para pagar o almoço”, resumiu. Nesse cenário, a inadimplência do setor gira em torno de 8%. Aliás, o Acordo Mercosul-União Europeia abriria um mercado de 720 milhões de pessoas, embora só cerca de 30 mil empresas brasileiras exportem atualmente.

Quais são os próximos passos

Na prática, os participantes convergiram para uma sequência de prioridades. Primeiro, aprovar já o reajuste do teto do MEI e a contratação de um segundo empregado, medida que pode gerar cerca de 500 mil empregos. Em seguida, entra em vigor, a partir de janeiro, a nota fiscal eletrônica obrigatória para o MEI. Só depois das eleições, o Congresso deve retomar a discussão do Simples e sua integração ao IVA.

Para o pequeno empreendedor de Maringá, o caminho passa por apoio local. Portanto, quem busca orientação pode procurar o Espaço do Empreendedor, na Rua Arthur Thomas, 792, ou acessar a plataforma Contrata + Brasil e os cursos gratuitos do Sebrae. Ao fim do debate, Helder Salomão resumiu o espírito da pauta. “Se o Brasil quer ser grande, tem que pensar primeiro nos pequenos”, concluiu.

Confira o debate:

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Como oferecer crédito com segurança: guia prático para MPMEs

O acesso ao crédito sempre foi um dos principais temas de debate no universo dos pequenos negócios. No entanto, além de tomarem recursos para investir e expandir suas operações, os pequenos empresários também podem assumir o papel de ofertantes de crédito para os seus clientes — uma estratégia poderosa para impulsionar vendas, aumentar a competitividade e gerar novas receitas.

Para mostrar que essa alternativa está ao alcance de negócios de todos os portes e setores, a Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) elaborou o e-book gratuito “Como Oferecer Crédito: Melhores práticas para micro, pequenas e médias empresas”. O material apresenta um passo a passo completo para que o empreendedor possa conceder crédito de forma responsável, minimizando os riscos de inadimplência.

Por que o seu negócio deveria oferecer crédito?

Muitas vezes, a ideia de permitir o pagamento parcelado ou vender a prazo pode assustar o dono de uma micro ou pequena empresa devido aos riscos de atraso. No entanto, quando bem gerida, essa facilidade traz vantagens estratégicas evidentes:

  • Aumento no volume de vendas e atração de clientes: A flexibilidade nas formas de pagamento é um dos principais fatores de decisão de compra. O parcelamento reduz o impacto no orçamento do consumidor e abre portas para novos clientes.
  • Crescimento do ticket médio: Produtos ou serviços de maior valor agregado tornam-se muito mais acessíveis quando parcelados, incentivando aquisições que dificilmente ocorreriam à vista.
  • Fidelização e relacionamento: Conceder crédito demonstra confiança no cliente. Essa relação estreita permite criar promoções personalizadas e destaca a empresa da concorrência.
  • Geração de receita financeira: A cobrança de juros e encargos em operações de parcelamento pode se transformar em uma fonte de recursos adicional para o negócio.

A importância do Score de Crédito

Outro destaque da publicação é o papel essencial da Nota de Crédito (Score), pontuação que varia geralmente de 0 a 1.000 e indica a probabilidade de um consumidor ou empresa honrar seus compromissos. De acordo com a ANBC, notas entre 700 e 799 representam um bom perfil de risco, enquanto pontuações entre 800 e 1.000 são consideradas excelentes.

Os birôs de crédito atuam exatamente para reduzir a assimetria de informações no mercado, democratizando o acesso a dados analíticos sofisticados para que o pequeno empreendedor tome decisões tão seguras quanto as das grandes empresas.

Baixe o guia completo da ANBC e prepare sua empresa

O e-book “Como Oferecer Crédito: Melhores práticas para micro, pequenas e médias empresas” já está disponível para leitura e download.  BAIXE O PDF GRATUITAMENTE:


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Ercílio Santinoni participa do Expressão Nacional, da TV Câmara

Ercílio Santinoni, presidente da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais (Conampe) e da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Paraná (Fampepar), participa nesta quarta-feira (08/07), às 9h, do programa Expressão Nacional, da TV Câmara.

O tema do programa é “Novo Enquadramento do MEI e Atualização do Simples Nacional”, com apresentação de Vania Alves. Além de Santinoni, são convidados para o programa os deputados Helder Salomão (PT-ES) e Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), e Rodrigo Soares, presidente do Sebrae Nacional.

O debate deve abordar mudanças nos limites e nas regras de enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI) e a atualização das faixas do Simples Nacional, temas centrais para a competitividade e a formalização dos pequenos negócios no país.

Assista aqui:

https://youtube.com/watch?v=kSIVk1jZ2GA%3Ffeature%3Doembed%26enablejsapi%3D1%26origin%3Dhttps%253A%252F%252Fconampe.org.br

Como assistir também: ao vivo pela TV Câmara, pelo aplicativo Câmara Ao Vivo, pelas redes sociais e pelo canal da TV Câmara no YouTube (@camaradosdeputadosoficial)

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Reforma Tributária: quem orienta o pequeno negócio precisa chegar na frente

Quem entende a Reforma, lidera. Quem lidera, fatura!

A maior mudança tributária dos últimos 60 anos já começou. A transição do CBS e do IBS vai de 2026 a 2032 e afeta diretamente milhões de micro e pequenas empresas brasileiras. Por isso, a Fampepar recomenda atenção ao AtIVA Day 2026, que reúne os arquitetos da Reforma Tributária em um único palco.

O evento acontece no dia 16 de julhoquinta-feira, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (PR), nos formatos presencial e online, com apoio da Conampe e Fampepar. Entre os nomes confirmados estão Bernard Appy, Luiz Renato Hauly e representantes dos Comitês Gestores. Ou seja, quem escreveu as regras e quem já implementa o novo modelo estarão na mesma sala. Inscrições – clique aqui. Inscrições presenciais ou online.

Para advogadoscontadoresconsultores e líderes empresariais que atendem pequenos negócios, o momento exige preparo. Afinal, o empreendedor vai buscar respostas exatamente nesses profissionais e lideranças. Quem dominar a transição terá condições de proteger empresas, evitar erros e transformar conhecimento em oportunidade.

Evento em Curitiba
O conhecimento vai fazer a diferença na largada da reforma tributária

O AtIVA Day é uma realização do HIT, hub de inteligência tributária que nasce do movimento Destrava Brasil. Mais informações e ingressos em hittributario.com.br.

Inscrições: https://hittributario.com.br/ – Inscrições presenciais ou online.

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XXV Jornada de Ciências Contábeis celebra 50 anos do curso da Unioeste

Evento abriu a Jornada de Ciências Contábeis, que celebra os 50 anos de criação do curso no Unioeste

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) realizou, na noite de segunda-feira (29), a abertura da XXV Jornada Acadêmica de Ciências Contábeis. Neste ano, aliás, o evento marcou uma celebração especial: os 50 anos de trajetória do Curso de Ciências Contábeis da instituição.

A programação reuniu estudantes, professores, egressos, profissionais da área contábil e representantes da comunidade acadêmica. Dessa forma, a noite foi dedicada ao reconhecimento da história construída ao longo de cinco décadas de ensino, formação profissional e contribuição para a sociedade.

A solenidade de abertura ocorreu no Auditório do COU, na Reitoria da Unioeste. Inicialmente, a recepção começou a partir das 19h. Em seguida, o público acompanhou o show cultural da Banda de Música da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada.

Reconhecimento aos pioneiros e à direção da instituição

Na sequência, foi realizada a abertura oficial da Jornada Acadêmica, com a participação de representantes da classe contábil. Portanto, o momento marcou o início das atividades comemorativas e de reflexão sobre a importância da Contabilidade na formação acadêmica, no desenvolvimento econômico e na atuação profissional.

Além disso, um dos momentos mais aguardados da noite foi a homenagem aos pioneiros, docentes, discentes e egressos que fizeram parte da história do curso. Assim, a cerimônia também reconheceu a contribuição daqueles que ajudaram a construir a trajetória ao longo dos seus 50 anos.

Jovane Santos Borges, profissional e empresário de referência da área contábil, representou a Fampepar no ebento

Fampepar na celebração

Durante o evento de abertura, o contabilista Jovane dos Santos Borges representou a Fampepar – Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Paraná. Borges é ex-presidente da Amic e também diretor da entidade.

Profissional conceituado na área contábil de Cascavel e do Paraná, Jovane integra tanto o Fórum Permanente da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, em âmbito nacional, quanto o Fopeme, o fórum permanente do Paraná. Na ocasião, ele destacou a importância do curso da Unioeste, que tem sido a base do desenvolvimento profissional de excelência em uma área fundamental para as empresas e para o seu sucesso.

| “O curso da Unioeste tem sido a base do desenvolvimento profissional de excelência em uma área fundamental para as empresas e para o seu sucesso”, destacou Jovane dos Santos Borges.

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Lideranças do Litoral homenageadas com certificado que leva o nome de Marcos Rocha

Evento reuniu representantes dos sete municípios litorâneos para debater estratégias de desenvolvimento territorial e reconhecer lideranças dos setores público e privado

Pontal do Paraná esteve entre os municípios participantes do Encontro de Lideranças promovido pelo Comitê Territorial de Desenvolvimento do Litoral, em parceria com o Sebrae Paraná, realizado nesta terça-feira (09) na Associacao Banestado, em Pontal do Paraná.

O evento reuniu representantes dos sete municípios litorâneos, empresários, instituições de ensino e lideranças regionais para discutir ações voltadas ao desenvolvimento territorial e reconhecer personalidades que contribuem para o crescimento do Litoral Paranaense.

Liderança e desenvolvimento

Durante a programação, foram debatidos temas relacionados à liderança, ao desenvolvimento econômico e à construção de estratégias integradas para a região.

A iniciativa teve como objetivo promover a troca de experiências e aproximar diferentes setores envolvidos na construção de políticas e projetos voltados para o futuro do litoral.

Segundo a gestora de Desenvolvimento Territorial do Sebrae Paraná, Catiane Santos, o Comitê atua como uma governança regional que acompanha pautas ligadas ao desenvolvimento dos municípios e ao ambiente de negócios.

“Nosso propósito é reunir lideranças que atuam diretamente na transformação do território, promovendo o diálogo entre diferentes setores e construindo soluções que contribuam para o desenvolvimento do Litoral do Paraná. O Comitê trabalha pautas relacionadas às micro e pequenas empresas, mas também questões ligadas à infraestrutura, ao ambiente de negócios e às políticas públicas que impactam a qualidade de vida da população”, destacou.

Reunião importante foi marcada por homengem significativa lembrando Marcos Rocha

Liderança Estratégica Marcos Rocha

Entre os momentos de destaque da programação esteve a entrega da homenagem Liderança Estratégica Marcos Rocha, concedida a personalidades que contribuem para o desenvolvimento do Litoral Paranaense.

O prefeito de Pontal do Paraná, Rudão Gimenes, foi um dos homenageados e recebeu o reconhecimento por sua atuação em iniciativas voltadas ao crescimento regional.

evento no litoral
Gerente da Regional Leste do Sebrae/PR, Michele Riquetti Tesser, vice-prefeita de Pontal do Paraná, Patrícia Millo Marcomini, e Gilberto Keserle.

A homenagem foi recebida pela vice-prefeita Patrícia Millo Marcomini.

A presidente da Câmara Municipal, vereadora Elinete Guimarães Rocha, também foi homenageada.

A artesã e liderança Alice Dalastra Freitas, de Pontal do Paraná, recebeu igualmente o certificado Liderança Estratégica Marcos Rocha em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento regional.

Empreendedores e lideranças que se destacam pelo trabalho realizado no município e em toda a região também foram reconhecidos durante a cerimônia.

União é muito importante

Para a vice-prefeita Patrícia Millo Marcomini, a atuação conjunta dos municípios é fundamental para ampliar oportunidades e construir soluções que beneficiem toda a população do litoral.

“O litoral vive um momento importante, com investimentos em infraestrutura e ações que aproximam ainda mais os nossos municípios. O papel do Comitê Territorial é justamente contribuir para a organização desse desenvolvimento, promovendo a troca de ideias e a construção coletiva de soluções. Liderança é soma, não é ego. É diálogo, cooperação e a capacidade de compartilhar ideias para que possamos construir, juntos, um litoral cada vez mais desenvolvido”, afirmou.

A secretária municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Luciana Goldschmidt Costa, também destacou a importância da integração regional para a geração de novas oportunidades.

“O desenvolvimento do nosso litoral depende da capacidade de construirmos soluções coletivas e valorizarmos as pessoas que fazem a diferença em seus municípios. Participar deste momento de reconhecimento demonstra a importância de iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico, ao turismo e à geração de oportunidades para toda a região”, ressaltou.

– Representando Pontal do Paraná, participaram do encontro a vice-prefeita Patrícia Millo Marcomini, a presidente da Câmara Municipal, vereadora Elinete Guimarães Rocha, a secretária municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Luciana Goldschmidt Costa, Maria, representando o projeto Couro de Peixe de Pontal do Paraná, e Alice Dalastra Freitas, artesã.

O evento também reuniu lideranças dos sete municípios do Litoral Paranaense, entre elas o prefeito de Guaratuba e representantes de Guaraqueçaba, Matinhos, Paranaguá, Morretes e Antonina, além de representantes do Sebrae Paraná, da Serra Verde Express, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), do programa Paraná Produtivo e de diversas entidades ligadas ao desenvolvimento regional.

Fotos: PMPPR/ Clovis Santos/ Kauhê Prieto

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Crédito como ferramenta: você também pode ser um credor

Você já parou para pensar que pode ser credor e ainda alavancar seus negócios? Muita gente acredita que apenas instituições financeiras concedem crédito. No entanto, quando você permite que o cliente parcele uma compra ou pague depois, você já está oferecendo crédito. Portanto, essa prática está mais presente no dia a dia do seu negócio do que parece.

A ANBC (Associação Nacional dos Bureaus de Crédito) lançou um vídeo educativo sobre o tema. O conteúdo mostra que o crédito funciona como uma ferramenta poderosa para a atividade econômica. Além disso, ele impulsiona resultados concretos para quem vende.

Segundo o material, oferecer crédito ajuda a aumentar as vendas e a conquistar novos clientes. Da mesma forma, eleva o valor médio das compras, fortalece a fidelização e gera receita financeira. Ou seja, os benefícios alcançam diferentes frentes do negócio.

Como os birôs de crédito ajudam

Os birôs de crédito atuam como gestores de bancos de dados. Eles reúnem informações e tecnologias para levar transparência ao processo de concessão de crédito. Assim, o credor passa a contar com dados de qualidade na hora de decidir. Com isso, você concede crédito de forma mais eficiente e mais justa.

A trilha para conceder crédito com menos riscos

A ANBC sugere um caminho prático para implementar uma política de crédito bem definida. Primeiro, defina o perfil dos clientes que podem tomar crédito. Em seguida, avalie o risco de pagamento de cada um. Depois, invista na prevenção de fraudes.

Por fim, desenvolva estratégias de recuperação de crédito. Afinal, atrasos e imprevistos acontecem, e você precisa estar preparado. Quando o credor pensa em recuperação, e não apenas em cobrança, o cliente tende a permanecer fiel. Dessa forma, ele volta sempre e compra mais.

Planejamento é a palavra-chave

Oferecer crédito traz vantagens claras, mas exige planejamento. Ao seguir esses passos, você se torna um credor mais saudável. E, com o apoio dos produtos, serviços e tecnologias dos birôs de crédito, você atua com mais segurança.

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As fintechs de crédito como opção para pequenos negócios

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Em artigo anterior, tratamos sobre a diversidade de instituições financeiras que oferecem crédito e outros serviços para pequenos negócios. Bancos tradicionais, cooperativas de crédito, agências de fomento e fintechs são algumas das opções para empresas que buscam capital de giro ou recursos para investir.

Neste artigo, vamos aprofundar o papel e o impacto das chamadas fintechs de crédito, que atuam nos modelos de Sociedade de Crédito Direto (SCD) e Sociedade de Empréstimos entre Pessoas (SEP).

Esses dois modelos foram regulamentados pelo Banco Central em 2018, com o objetivo de aumentar a concorrência no mercado financeiro. Nas Sociedades de Crédito Direto, a fintech utiliza seu próprio dinheiro para fazer empréstimos a pessoas e empresas, geralmente por meio de plataformas digitais. Essas instituições são diferentes dos bancos porque não recebem depósitos dos clientes.

Nesse modelo, as operações de crédito com garantia têm ganhado mais espaço. Garantia é um bem ou direito que pode ser usado pelo credor em caso de atraso no pagamento. Exemplos comuns são imóveis e veículos.

Nem todo empréstimo exige garantia. Em geral, quando há garantia, os juros tendem a ser menores, já que o risco para quem empresta diminui. Dados da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) e da PwC mostram que o número de fintechs que aceitam garantias aumentou bastante: de 27% em 2019 para 77% em 2024.

Nas Sociedades de Empréstimos entre Pessoas, a fintech funciona como uma intermediária. Ela conecta, por meio de plataformas digitais, quem tem dinheiro disponível para emprestar com quem precisa de recursos, seja para o dia a dia da empresa ou para investir.

Assim como acontece nos bancos, a análise de crédito também faz parte do processo nas fintechs. Mesmo no modelo entre pessoas, essas empresas utilizam diferentes fontes de dados, incluindo informações dos birôs de crédito, para avaliar o risco das operações.

A atuação digital das fintechs permite atender empresas em diversas regiões e facilita a contratação, com menos burocracia. Além disso, surgiram plataformas que comparam condições de empréstimos entre diferentes instituições, ajudando empresas a escolher a melhor opção.

O crescimento dessas instituições também chama atenção. Segundo a mesma pesquisa da ABCD e da PwC, o número de empresas atendidas pelas fintechs cresceu 67%. Mais de 70% dessas empresas são micro e pequenas.

Ter mais opções de crédito é positivo, especialmente quando isso vem acompanhado de menos burocracia e condições mais competitivas. Diante dessa variedade, cabe aos pequenos empreendedores avaliarem qual tipo de crédito e qual instituição oferecem as melhores condições.

A escolha certa pode significar melhores condições de crédito e proporcionar uma vantagem importante para o crescimento do negócio.

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MEI tem até hoje para regularizar dívidas com a União com descontos de até 100%

O prazo acaba hoje, 29 de maio (quinta-feira). O microempreendedor individual (MEI) que ainda tem dívidas com a União dispõe de uma oportunidade excepcional para regularizar sua situação — e as condições são as melhores já oferecidas.

Até o final desta quinta-feira, o MEI pode parcelar seus débitos em até 133 meses, com parcela mínima de apenas R$ 25. Além disso, os descontos sobre juros, multas e encargos legais podem chegar a 100%. Ou seja: em alguns casos, é possível quitar a dívida sem pagar um centavo de acréscimo.

As condições, portanto, são excepcionais e não se repetem com frequência. Por isso, quem ainda não regularizou precisa agir agora, antes que o prazo se encerre.

Para negociar as dívidas, o MEI deve acessar o portal do Simples Nacional ou o portal da Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no endereço regularize.pgfn.gov.br.

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10 passos para PMEs tomarem crédito com segurança — e a “lição de casa” que todo empresário precisa fazer

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Tomar crédito pode ser uma das decisões mais estratégicas da vida de uma pequena ou média empresa. Por isso, a ANBC — Associação Nacional dos Bureaus de Crédito — desenvolveu um guia com 10 passos essenciais para que as PMEs se preparem antes de buscar financiamento.

O crédito é um recurso fundamental para a saúde financeira dos pequenos negócios. No entanto, utilizá-lo de forma sustentável exige planejamento. Portanto, seja como tomadora ou como credora, a empresa precisa percorrer essa trilha com consciência e responsabilidade.

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Os 10 passos recomendados pela ANBC são:

  1. Pensar na finalidade do crédito
  2. Validar a necessidade
  3. Fazer a própria análise de crédito
  4. Pensar sobre as garantias
  5. Avaliar a possibilidade de recorrer a família e amigos
  6. Conhecer os tipos de credores
  7. Conhecer programas governamentais
  8. Buscar as melhores condições
  9. Buscar ajuda profissional
  10. Preparar-se para a burocracia

Além disso, o empresário deve reunir, com antecedência, a documentação necessária: balanço patrimonial, plano de negócios, documentação da empresa e dos sócios, obrigações de crédito, comprovantes de impostos e o Cadastro Positivo.

| “O setor de birôs, por meio da ANBC, dá uma força para que as PMEs utilizem o crédito de forma sustentável.”

A ANBC reúne os principais bureaus de crédito do Brasil: Equifax/BoaVista, QuOD, Serasa Experian, SPC Brasil e TransUnion. Para mais conteúdos sobre educação financeira, acesse www.anbc.org.br.