FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS DO ESTADO DO PARANÁ

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Cadastro Positivo: O Guia Completo para Micro e Pequenas Empresas

No cenário financeiro brasileiro, a concessão de crédito sempre foi desafiadora devido à desigualdade de informações entre quem pede e quem empresta. Para mudar essa realidade, o Cadastro Positivo surgiu como uma ferramenta essencial para promover a inclusão financeira e facilitar o crescimento das empresas.

O que é o Cadastro Positivo?

Diferente das “listas de negativados”, o Cadastro Positivo é um banco de dados que reúne o histórico de crédito e obrigações financeiras, quitadas ou em andamento, de pessoas físicas e jurídicas. Ele foca no comportamento do bom pagador, permitindo uma análise muito mais justa e personalizada.

O que consta no seu histórico?

  • Operações Financeiras: Inclui empréstimos, financiamentos e faturas de cartões de crédito.
  • Serviços Continuados: Pagamentos de contas de luz, água, gás e telefone.
  • Dados Detalhados: O sistema armazena o valor, a quantidade de parcelas, as datas de vencimento e as datas de pagamento.

A Diferença entre Cadastro e Nota de Crédito

É comum confundir os dois, mas eles não são a mesma coisa:

  1. Cadastro Positivo: É a fonte de informação sobre como você paga suas contas.
  2. Nota de Crédito (Score): É o resultado de uma análise que utiliza o Cadastro Positivo e outras fontes (como protestos e negativações) para calcular sua capacidade de pagamento.

Por que sua empresa deve utilizar o Cadastro Positivo?

Para as micro e pequenas empresas (MPEs) e Microempreendedores Individuais (MEIs), os benefícios são estratégicos:

  • Taxas de Juros Justas: Os juros passam a ser calculados de acordo com o perfil individual de cada pagador.
  • Melhores Prazos: Empresas com bom histórico podem negociar limites maiores e prazos estendidos.
  • Inclusão Financeira: Permite que brasileiros sem conta bancária provem sua idoneidade através de contas de consumo (luz/telefone).
  • Maior Poder de Negociação: Com uma boa nota, o tomador pode avaliar as melhores condições propostas por diversos agentes de crédito.

Segurança e Gestão de Dados

O sistema é regulamentado por leis federais e gerido por cinco birôs de crédito autorizados pelo Banco Central: Boa Vista, Quod, Serasa Experian, SPC Brasil e TransUnion.

A legislação protege sua privacidade, proibindo o uso de informações sensíveis e garantindo que o histórico completo só seja acessado por terceiros com sua autorização. Além disso, você tem o direito de solicitar correções de dados incorretos em até 10 dias.

Quer saber mais? Baixe o E-book Gratuito!

A Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) elaborou uma publicação para ajudar você a dominar o Cadastro Positivo e usá-lo a favor do seu negócio.

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BRDE conquista 1º lugar nacional em premiação do BNDES por desempenho em crédito

Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foi o grande vencedor nacional da categoria “Bancos de Desenvolvimento e Agências de Fomento” no prêmio Reconhecimento BNDES: Agentes Financeiros Destaques. A distinção, entregue na noite desta terça-feira (7) em São Paulo, premia as instituições que apresentaram a melhor performance na operacionalização de linhas de crédito do BNDES ao longo de 2025.

Esta é a quinta edição do prêmio, que busca valorizar os parceiros que funcionam como o braço capilar do BNDES, levando recursos a empresas e projetos em diferentes regiões do país. O BRDE superou outras instituições da categoria ao registrar o maior volume de operações aprovadas em linhas de repasse no último ano.

Parceria estratégica e desenvolvimento regional

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, o reconhecimento reafirma a eficiência técnica da instituição em transformar crédito em investimento real.

“Esse reconhecimento mostra a capacidade do BRDE de transformar crédito em investimento produtivo, com critério técnico e compromisso com o desenvolvimento. Reafirma o papel do banco como instrumento público moderno e alinhado às prioridades do País”, destacou.

O diretor-administrativo do banco, Heraldo Neves, reforçou que a conquista é fruto de uma governança sólida e da proximidade com o cliente. “O BRDE tem buscado diversificar suas fontes, mas preservando com o BNDES uma relação estratégica, essencial para financiar investimentos de longo prazo”, afirmou.

Números do BRDE em 2025

Mesmo com um movimento crescente de busca por fontes externas e internacionais de financiamento, o BNDES continua sendo o principal pilar de sustentação do banco regional.

  • Participação do BNDES: Respondeu por 67,9% do total contratado pelo BRDE em 2025.
  • Diversificação: Ao todo, o banco operou com recursos de 12 provedores de funding diferentes no último exercício.
  • Critério do Prêmio: A apuração considerou a soma total dos valores das operações aprovadas em linhas de repasse.

O papel das agências de fomento

As instituições desta categoria atuam como uma ponte: o BNDES fornece o recurso (funding), e o BRDE é o responsável pela ponta final — analisando, estruturando e aprovando o crédito para o empresário ou produtor rural.

A cerimônia contou com a presença do superintendente de Crédito e Controle do BRDE, Thiago Tosatto, que recebeu a placa das mãos de Cristiane Viturino, da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE). A diretora do BNDES, Maria Fernanda Coelho, ressaltou que o sucesso das operações depende diretamente da confiança e credibilidade construída com esses agentes parceiros.

O BRDE é patrocinador do XXIII Enampe. Confira – clique aqui

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XXIII Enampe: O Ponto de Encontro que Transforma o Pequeno Negócio em Grande Protagonista

No dia 10 de abril, o Brasil volta seus olhos para Curitiba e para as telas de todo o país. A Fampepar, o Sebrae-PR e a Conampe realizam o XXIII Enampe – Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa.

Com o mote central “Fortalecer os pequenos negócios é fortalecer o Brasil”, o evento não é apenas uma conferência, mas uma plataforma estratégica de conexão entre quem formula as leis, quem oferece o crédito e quem faz a economia pulsar na ponta: o empreendedor.

Conhecimento que Vira Lucro: Os Pilares do Evento

O XXIII Enampe foi desenhado para responder às dores reais do dia a dia empresarial. A programação foca em temas que são o “divisor de águas” para qualquer MPE em 2026:

  • Inteligência Artificial na Prática: Esqueça a teoria complexa. O foco aqui é como usar a IA para vender mais, automatizar processos e reduzir custos operacionais hoje mesmo.
  • O Caminho do Dinheiro (Crédito e Financiamento): Painéis exclusivos sobre incentivos governamentais, o papel vital do cooperativismo e as novas fronteiras do fomento comercial.
  • Liderança Feminina: Dani Mendes, jornalista, mentora de comunicação, palestrante, escritora e empreendedora. Idealizadora dos métodos “Ouse Brilhar” e “Ouse Comunicar”. No dia 9, às 19 horas, no Centro de Eventos do Lizon Curitiba Hotel, ela fará o lançamento do seu livro “Ouse Comunicar”, um esquenta para o XXIII Enampe.
  • Nova Economia e Marca: Discussões essenciais sobre marketing, identidade e como o associativismo pode ser o escudo e a espada do pequeno empresário no mercado competitivo.
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Autoridades e Especialistas Confirmados

O palco do XXIII Enampe receberá 15 das maiores autoridades do setor, garantindo um debate de alto nível:

  • Maurício Juvenal: Secretário Nacional do Ministério do Empreendedorismo (MEMP), trazendo a visão de estado e as novas políticas públicas para o setor.
  • Ercílio Santinoni: Presidente da Conampe e Fampepar, liderando o diálogo associativista.
  • Jairo di Paula: Unindo marketing e saúde mental para uma gestão humanizada e eficiente.
  • Liderança Feminina: Dani Mendes, jornalista, mentora de comunicação, palestrante, escritora e empreendedora. Idealizadora dos métodos “Ouse Brilhar” e “Ouse Comunicar”. No dia 9, às 19 horas, no Centro de Eventos do Lizon Curitiba Hotel, ela fará o lançamento do seu livro “Ouse Comunicar”, um esquenta para o XXIII Enampe.
  • Especialistas em Crédito: Nomes como Elias Sfeir (ANBC), Luiz Lemos Leite (ANFAC) e Heraldo Alves das Neves (Fomento Paraná) desbravam as oportunidades de financiamento.
  • Rafael Baltresca: Encerra o evento com a palestra “A Magia do Empreendedorismo”, utilizando PNL e hipnose para motivar e transformar a mentalidade empreendedora.

Como Participar: Presencial ou Online

O XXIII Enampe rompe as barreiras geográficas com um modelo híbrido pensado para todos:

  1. Presencial: No Lizon Curitiba Hotel, reunindo lideranças, autoridades e empresários para um networking de alto impacto (vagas limitadas). Inscrições gratuitas – clique aqui.
  2. Online: Transmissão ao vivo e gratuita pelo canal oficial da Conampe no YouTube, permitindo que empreendedores de cada canto do Brasil acompanhem em tempo real. – clique aqui.

O Enampe é o momento de alinhar o passo com o futuro. É onde a força do associativismo encontra a inovação tecnológica para garantir que a micro e pequena empresa continue sendo o motor do desenvolvimento brasileiro.

Serviço:

  • Evento: XXIII Enampe – Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa
  • Data: 10 de abril
  • Onde: Lizon Curitiba Hotel + Transmissão no YouTube
  • Realização: Conampe e Fampepar
  • Inscrições gratuitas presenciais e a distância (ao vivo) – Clique aqui
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Estão patrocinando o XXIII Enampe o MEMP, o sistema SENAR/FAEP, o sistema FECOMÉRCIO, a ANBC, a Fomento Paraná/Governo do Paraná, Sanepar/Governo do Paraná e BRDE. Apoiam o evento a ANFAC, o FOPEME – Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa, Fempipar e Monampe.

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Crédito para MPEs no Brasil: evolução histórica, dados recentes e recorte regional

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ANBC

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Nas economias modernas, o sistema financeiro promove o encontro entre concedentes e demandantes de recursos. As empresas que tomam crédito o fazem usando os recursos para viabilizar o giro do negócio e realizar investimentos produtivos.

Iniciamos hoje uma parceria de compartilhar melhores prática sobre como tomar e oferecer crédito com a CONAMPE por meio de materiais informativos e uma série de artigos no universo das micro e pequenas empresas. Para começar, apresentamos alguns números que dão a dimensão desse mercado no Brasil.

De acordo com dados do Banco Central, o saldo de crédito destinado a empresas chegou a R$ 2,61 trilhões em novembro de 2025. Essa cifra mostra o valor em aberto das operações de empréstimos e financiamentos feitos por meio do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O detalhamento dos dados revela que 53,9% do saldo total foi destinado a grandes empresas e 46,1% foi destinado a micro, pequenas e médias empresas. Esse é o retrato mais atual da distribuição do crédito empresarial.

A evolução recente mostra que, no início da década, a participação das empresas de menor porte no saldo de crédito chegou a 34%, recuperando-se a partir de então, sobretudo com os programas de incentivo ao crédito durante a pandemia. Esse período foi, aliás, de crescimento acelerado do crédito para as empresas menores. Entre 2020 e o início de 2025, o crescimento médio anual do saldo de crédito para esse segmento foi de 16%, enquanto o de grandes empresas foi de 8%.

Os dados de inadimplência divulgados pelo setor dos birôs de crédito mostram que, à medida que o crédito avança, a quantidade de micro e pequenas empresas negativadas também cresce. Em outubro de 2025, esse número chegou a 8,2 milhões, com aumento de 25% na comparação com o mesmo o mês do ano anterior.

Mesmo com esses números mais recentes de crescimento do crédito, a maior parte dos pequenos negócios ainda lida com restrições a empréstimos e financiamentos. O fenômeno é observado no Brasil e no mundo, tendo sido destaque nas discussões do G20 em 2024, sob a presidência brasileira. Na ocasião, observou-se que os gargalos para a contratação de crédito dos pequenos negócios residiam na falta de garantias e de relatórios financeiros para a análise de crédito.

Analisando a percepção dos empresários, uma sondagem realizada em 2025 pelo Sebrae mostrou que, nos seis meses anteriores à pesquisa, 15% dos pequenos negócios fizeram a solicitação de um novo empréstimo. Os dados sugerem que a contratação de recursos é algo distante da rotina das pequenas empresas, que se limita aos recursos próprios.

Entre os que solicitaram crédito, quase metade conseguiu a liberação, sendo que os principais motivos para buscarem empréstimos foram: capital de giro (41%), compra de máquinas e equipamentos (29%) e reforma/ampliação do negócio (21%).

O estudo mostra que a região Nordeste lidera a busca de empresários por empréstimos (24%). Em seguida, aparecem as regiões Norte (20%) e Centro Oeste (18%), Sudeste (13%) e Sul (11%) Nota-se que, mesmo nas regiões onde o percentual de solicitações de crédito foi maior, os números ainda são baixos com relação ao total de MPEs no país.

A boa notícia é que desenvolvimentos recentes do mercado de crédito, sobretudo no Brasil, podem acelerar a transformação dessa realidade, tornando as modalidades de empréstimos e financiamentos mais acessíveis aos pequenos negócios. Nos últimos anos, houve um esforço regulatório que envolveu a sociedade civil e órgãos governamentais para modernizar o mercado de crédito brasileiro. Um dos frutos desse esforço foi o novo Cadastro Positivo, responsável por dar visibilidade a pessoas físicas e jurídicas no país.

Nas próximas edições, detalharemos alguns dos tópicos citados neste panorama, como os programas governamentais de incentivo ao crédito, o papel do avanço tecnológico, a importância da nota de crédito, entre outros temas. O objetivo é contribuir com informações para que as micro e pequenas empresas possam ter mais visibilidade sobre como buscar recursos para a expansão dos negócios ou para a gestão do fluxo de caixa.

Dado o potencial de crescimento das pequenas empresas, o crédito bem concedido, com o devido controle de risco, é uma porta que se abre para o desenvolvimento econômico e social do país.

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Mais de 130 mil micro e pequenas empresas conseguiram crédito pelo PRONAMPE

A Secretaria Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC), do Ministério da Economia, inofrmou que R$ 10 bilhões já foram liberados para 130 mil micro e pequenas empresas (MPEs), nesta nova fase do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE).

Ao todo, serão disponibilizados R$ 25 bilhões em cerca de 20 instituições financeiras que estão operando o Programa. Segundo fonte da SEPEC, “esse é mais um resultado do compromisso firmado pela SEPEC/Ministerio da Economia em caminhar ao lado das MPEs, dando as condições necessárias para o crescimento, a geração de emprego e de renda para os brasileiros”.

O presidente da Conampe e da Fampepar, Ercílio Santonini, considera o PRONAMPE permanente uma conquista da maior importância para as micro e pequenas empresas e espera que o crédito continue chegando ao maior número de empresas possível.
A Fampepar e a Conampe têm defendido, junto ao Ministério da Economia, o acesso efetivo ao crédito e outras políticas públicas de apoio aos pequenos negócios, condições essenciais nesse momento de enfrentamento à crise provocada pela pandemia.

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Banco do Brasil retoma contratação do Pronampe

O Banco do Brasil está retomando as contratações do Pronampe. No Paraná, o banco tem 125 mil empresas mapeadas. A superintendência do banco, no Paraná, está empenhada em trazer para o estado a maior quantidade possível de recursos do programa, atendendo a micro e pequenas empresas.

Quem prentende crédito pelo Pronampe deve procurar o Banco do Brasil. No Paraná, o banco está com uma mobilização especial para atender aos pequenos negócios.

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Presidente sanciona lei que torna Pronampe permanente

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (2 de junho) a lei que torna permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O anúncio foi feito em vídeo publicado por Bolsonaro nas redes sociais, em que ele aparece acompanhado de ministros e do senador Jorginho Mello (PL-SC), autor do projeto.

“Estou agora sancionando a nova lei do Pronampe, que vista atender as pequenas empresas e o microempresário, de forma permanente”, declarou Bolsonaro.

O Pronampe foi criado em maio de 2020 para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19, mas foi encerrado no fim do ano. Para restabelecer a iniciativa, o Congresso Nacional aprovou um novo projeto de lei que teve tramitação concluída no Senado no dia 11 de maio e aguardava apenas a sanção presidencial para entrar em vigor.

Ao longo do ano passado, o Pronampe disponibilizou mais de R$ 37 bilhões em financiamentos para quase 520 mil micro e pequenos empreendedores. As empresas beneficiadas assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam usar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais.

Na nova fase, o governo disponibilizou crédito de R$ 5 bilhões, mas a expectativa é que os bancos que vão operacionalizar os financiamentos possam alavancar os recursos disponíveis para cerca de R$ 25 bilhões, disse o senador Jorginho Mello (PL-SC). Ainda de acordo com o parlamentar, pelo menos 20% desse recurso será destinado a empreendedores da área de eventos, por causa dos prejuízos causados pela paralisação dessas atividades durante a pandemia.

“O micro e o pequeno empresário no Brasil representam 98% de todas as empresas e nunca tiveram uma linha de crédito com essa abrangência, [com] fundo garantidor, carência, juro decente e possibilidade de melhorar o seu negócio”, afirmou o senador no vídeo publicado nas redes sociais de Bolsonaro.

Os novos empréstimos feitos pelo Pronampe, considerados a partir de janeiro de 2021, poderão ter custo máximo de 6% ao ano, mais taxa Selic (3,5% ao.ano). As instituições bancárias participantes do programa operarão com recursos próprios e poderão contar com garantia a ser prestada pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil. Esse fundo servirá como garantia para até 100% do valor das operações, desde que todos os empréstimos feitos pelo instituição não tenham taxa de inadimplência maior que 85%.

A linha de crédito concedida pelo Pronampe corresponderá a até 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício anterior ao da contratação, salvo no caso de empresas que tenham menos de um ano de funcionamento. Nesse caso, o limite do empréstimo corresponderá a até 50% de seu capital social ou a até 30% de 12 vezes a média da receita bruta mensal apurada desde o início de suas atividades, valendo a opção mais vantajosa para o pequeno empresário.

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou do anúncio da sanção do Pronampe permanente, o programa democratiza o acesso ao crédito no país. “Pela primeira vez nessa recuperação, 48% da expansão de crédito foram para o pequeno e o médio”, afirmou o ministro.

A Fampepar, ao lado da Conampe, defendeu desde o ano passado a transformação do Pronampe em programa permanente. Este é um avanço muito importante para as micro e pequenas empresas.

Fonte: Agência Brasil.

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O destaque de hoje é a aprovação, na Câmara dos Deputados, do projeto de lei que torna o Pronampe um programa permanente.

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AntecipaGov facilita o crédito para fornecedores do governo federal

Para os fornecedores que possuem contratos ativos com a Administração Pública Federal está disponível o AntecipaGov, um programa de antecipação de recebíveis, que permite a utilização de contratos administrativos como garantia para fazer empréstimos e financiamentos em instituições financeiras credenciadas pelo Ministério da Economia.
A antecipação de crédito pode ser no valor correspondente a até 70% do que o fornecedor ainda tem a receber. O programa, desenvolvido pelo Serpro, traz mais segurança para instituições financeiras e mais simplicidade, agilidade e economia na antecipação de crédito aos fornecedores.
A SEPEC Ministério da Economia ressalta que o AntecipaGov é mais uma das ações em uma ampla estratégia do Governo do Brasil para ampliar o acesso ao crédito empresarial no Brasil.

O presidente da Conampe, Ercílio Santinoni. considera o AntecipaGov uma solução para a inadimplência do setor público com as MPEs. Ele defende que a medida seja reivindicada aos Estados e Municípios.
Sem dúvida a anteicipação é de grande importância para as empresas fornecedoras do setor público, no caso, do Governo Federal.

Tem alguma dúvida? Pergunte para a Conampe.
Escreva para contato@conampe.org.br ou mande um WhatsApp para (41) 99789-8127

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Crédito e Refis serão fundamentais, no começo de 2021

No ano passado a Conampe defendeu, durante todo o ano, a necessidade de ampliação do crédito para os pequenos negócios e, principalmente, a chegada efetiva desses recursos às empresas. Sem dúvida, ocorreram avanços, mas ainda é necessário continuar ampliando tanto o volume de crédito quanto as condições mais favoráveis para atendimento às demandas pontuais e características das microempresas, dos MEIs e das pequenas empresas. Projetando 2021, o presidente da Conampe, Ercílio Santinoni, está ao lado do presidente do Sebrae, Carlos Melles, para quem a disponibilidade de crédito, aliada a políticas de aumento da produtividade, será a chave para a recuperação de micro e pequenas empresas neste ano.

A Conampe também considera prioridade a criação de um novo programa de parcelamento tributário (Refis) para as micro e pequenas empresas; a prorrogação, por mais três meses, do programa que permitiu a suspensão de contrato e redução de jornada de trabalhadores; e o lançamento de novos editais para adesão de empresas do Simples Nacional à transação tributária.

A confederação também espera para muito breve o anúncio pelo Ministério da Economia do Sistema Nacional de Garantias.

O presidente da Conampe, Ercílio Santinoni, é otimista. Revela que no ano passado as equipes do Ministério da Economia estiveram muito atentas aos pequenos negócios e que os estudos de políticas públicas de apoio aos pequenos são muitos e estão adiantados. Exemplo é o Sistema Nacional de Garantias, que poderá incluir e beneficiar milhares de microempresas, em todo o país.