FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS DO ESTADO DO PARANÁ

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Como oferecer crédito com segurança: guia prático para MPMEs

O acesso ao crédito sempre foi um dos principais temas de debate no universo dos pequenos negócios. No entanto, além de tomarem recursos para investir e expandir suas operações, os pequenos empresários também podem assumir o papel de ofertantes de crédito para os seus clientes — uma estratégia poderosa para impulsionar vendas, aumentar a competitividade e gerar novas receitas.

Para mostrar que essa alternativa está ao alcance de negócios de todos os portes e setores, a Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) elaborou o e-book gratuito “Como Oferecer Crédito: Melhores práticas para micro, pequenas e médias empresas”. O material apresenta um passo a passo completo para que o empreendedor possa conceder crédito de forma responsável, minimizando os riscos de inadimplência.

Por que o seu negócio deveria oferecer crédito?

Muitas vezes, a ideia de permitir o pagamento parcelado ou vender a prazo pode assustar o dono de uma micro ou pequena empresa devido aos riscos de atraso. No entanto, quando bem gerida, essa facilidade traz vantagens estratégicas evidentes:

  • Aumento no volume de vendas e atração de clientes: A flexibilidade nas formas de pagamento é um dos principais fatores de decisão de compra. O parcelamento reduz o impacto no orçamento do consumidor e abre portas para novos clientes.
  • Crescimento do ticket médio: Produtos ou serviços de maior valor agregado tornam-se muito mais acessíveis quando parcelados, incentivando aquisições que dificilmente ocorreriam à vista.
  • Fidelização e relacionamento: Conceder crédito demonstra confiança no cliente. Essa relação estreita permite criar promoções personalizadas e destaca a empresa da concorrência.
  • Geração de receita financeira: A cobrança de juros e encargos em operações de parcelamento pode se transformar em uma fonte de recursos adicional para o negócio.

A importância do Score de Crédito

Outro destaque da publicação é o papel essencial da Nota de Crédito (Score), pontuação que varia geralmente de 0 a 1.000 e indica a probabilidade de um consumidor ou empresa honrar seus compromissos. De acordo com a ANBC, notas entre 700 e 799 representam um bom perfil de risco, enquanto pontuações entre 800 e 1.000 são consideradas excelentes.

Os birôs de crédito atuam exatamente para reduzir a assimetria de informações no mercado, democratizando o acesso a dados analíticos sofisticados para que o pequeno empreendedor tome decisões tão seguras quanto as das grandes empresas.

Baixe o guia completo da ANBC e prepare sua empresa

O e-book “Como Oferecer Crédito: Melhores práticas para micro, pequenas e médias empresas” já está disponível para leitura e download.  BAIXE O PDF GRATUITAMENTE:


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Crédito como ferramenta: você também pode ser um credor

Você já parou para pensar que pode ser credor e ainda alavancar seus negócios? Muita gente acredita que apenas instituições financeiras concedem crédito. No entanto, quando você permite que o cliente parcele uma compra ou pague depois, você já está oferecendo crédito. Portanto, essa prática está mais presente no dia a dia do seu negócio do que parece.

A ANBC (Associação Nacional dos Bureaus de Crédito) lançou um vídeo educativo sobre o tema. O conteúdo mostra que o crédito funciona como uma ferramenta poderosa para a atividade econômica. Além disso, ele impulsiona resultados concretos para quem vende.

Segundo o material, oferecer crédito ajuda a aumentar as vendas e a conquistar novos clientes. Da mesma forma, eleva o valor médio das compras, fortalece a fidelização e gera receita financeira. Ou seja, os benefícios alcançam diferentes frentes do negócio.

Como os birôs de crédito ajudam

Os birôs de crédito atuam como gestores de bancos de dados. Eles reúnem informações e tecnologias para levar transparência ao processo de concessão de crédito. Assim, o credor passa a contar com dados de qualidade na hora de decidir. Com isso, você concede crédito de forma mais eficiente e mais justa.

A trilha para conceder crédito com menos riscos

A ANBC sugere um caminho prático para implementar uma política de crédito bem definida. Primeiro, defina o perfil dos clientes que podem tomar crédito. Em seguida, avalie o risco de pagamento de cada um. Depois, invista na prevenção de fraudes.

Por fim, desenvolva estratégias de recuperação de crédito. Afinal, atrasos e imprevistos acontecem, e você precisa estar preparado. Quando o credor pensa em recuperação, e não apenas em cobrança, o cliente tende a permanecer fiel. Dessa forma, ele volta sempre e compra mais.

Planejamento é a palavra-chave

Oferecer crédito traz vantagens claras, mas exige planejamento. Ao seguir esses passos, você se torna um credor mais saudável. E, com o apoio dos produtos, serviços e tecnologias dos birôs de crédito, você atua com mais segurança.

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O crédito ficou mais digital: o avanço pode ajudar as MPEs

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Nos últimos anos, a vida financeira ficou mais digital. Muitas decisões que antes dependiam de agência, papelada e longas esperas podem ser feitas pelo celular: pagar, receber, transferir, comparar propostas e até buscar crédito, ou seja, a vida financeira está na palma da mão, em qualquer smartphone.

Para micro e pequenas empresas, essa mudança é muito importante. Afinal, quem empreende precisa de soluções simples, rápidas, seguras e com menor custo. No Brasil, um dos exemplos mais claros dessa transformação é o PIX. Em pouco tempo, ele passou a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros, permitindo pagamentos e transferências instantâneas, a qualquer hora do dia. Para as MPEs, isso significa mais agilidade no caixa, redução de custos operacionais e facilidade para vender.

Esta evolução foi desenhada, combinando tecnologia, inovação e regulação. E, com facilidade e praticidade, atualmente mais de 80% da população já utilizam o PIX no país.

O Banco Central criou regras que permitiram o surgimento de novos tipos de empresas financeiras, como as instituições de pagamento e as fintechs. As fintechs são empresas que atuam em diversos segmentos dos serviços financeiros, como crédito, seguros, investimentos, meios de pagamento, entre outros. As instituições de pagamento oferecem serviços como contas digitais, pagamentos e transferências. Já as fintechs usam tecnologia para entregar soluções financeiras de forma mais simples e digital, em áreas como crédito, seguros, investimentos e meios de pagamento.

No crédito, existem fintechs autorizadas a atuar de formas diferentes. Algumas emprestam recursos próprios para empresas. Outras conectam investidores que têm dinheiro disponível a empresas que precisam de financiamento. Na prática, isso aumenta as alternativas para quem busca capital para crescer, comprar estoque, investir em equipamentos ou organizar o fluxo de caixa.

Para as micro e pequenas empresas, é importante conhecer os tipos de fintechs autorizadas pelo Banco Central para o segmento crédito, que são: as Sociedades de Crédito Direto (SCD), que utilizam recursos próprios para fazer empréstimos a empresas; e as Sociedades de Empréstimos entre Pessoas (SEP), que conectam investidores com capital disponível para emprestar e tomadores de recursos.
Dados divulgados pela Associação Brasileira de Crédito Digital e pela PwC mostram que, do total de clientes PJ das fintechs, 71,7% é de micro e pequenas empresas, ou seja, a tecnologia financeira já faz parte da realidade dos pequenos negócios.

Outro avanço importante foi o surgimento de marketplaces e comparadores de crédito. Essas plataformas permitem consultar diferentes ofertas de empréstimos e financiamentos em um só lugar. Para o empreendedor, isso facilita a comparação de taxas, prazos e condições antes de tomar uma decisão.

O pequeno negócio que opta por dar mais visibilidade às suas informações de crédito e de relacionamento com o sistema financeiro aumenta as possibilidades de redução do custo de crédito, afinal, quanto melhor a empresa mostra seu histórico financeiro, maiores podem ser suas chances de obter crédito em condições mais adequadas.

É aqui que entram duas ferramentas importantes: o Cadastro Positivo e o Open Finance. As duas atuam forma complementar.

O Cadastro Positivo é reúne informações sobre o histórico de pagamentos de consumidores e empresas. Ele ajuda a mostrar o comportamento do tomador de crédito inclusive se a empresa paga suas contas em dia. Para uma MPE com bom comportamento financeiro, isso pode ser uma vantagem na hora de buscar crédito. As mudanças introduzidas no Cadastro Positivo criaram o modelo de “opt-out”. Nesse modelo, todos os consumidores e empresas foram incluídos no banco de dados com a opção de sair. Antes disso, era necessário optar por entrar no banco de dados. No próximo artigo, serão apresentados mais detalhes sobre o funcionamento do Cadastro Positivo.

Já o Open Finance permite que o cliente compartilhe suas informações financeiras com outras instituições e inicie transações fora do aplicativo do seu próprio banco, sempre mediante autorização. Isso pode ajudar bancos, fintechs e outras empresas a conhecer melhor a realidade financeira do negócio e oferecer soluções mais compatíveis com o perfil.

Na prática, essas ferramentas ajudam a reduzir a “falta de informação” no mercado de crédito. E quando quem empresta conhece melhor quem toma o crédito, o risco pode ser avaliado com mais precisão. Isso favorece propostas mais justas, mais concorrência e mais inclusão financeira.

Para as micro e pequenas empresas, a mensagem principal é simples: o crédito também ficou digital. E saber usar bem as novas ferramentas pode abrir caminhos para mais acesso, melhores condições e mais oportunidades de crescimento.

Reforça-se, então, o papel da tecnologia como aliada na expansão do crédito e no incentivo à competição dos serviços financeiros, o que contribui para maior inclusão dos pequenos negócios e redução do custo de crédito. Empresas que organizam suas informações, acompanham seu histórico, comparam opções e autorizam o compartilhamento de dados de forma consciente tendem a estar mais preparadas para acessar crédito de maneira responsável.

Em resumo, a digitalização do crédito pode ajudar as MPEs a transformar informação em oportunidade, histórico em confiança e acesso financeiro em crescimento sustentável.

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Cadastro Positivo: O Guia Completo para Micro e Pequenas Empresas

Elias sfeir anbc ass 1

No cenário financeiro brasileiro, a concessão de crédito sempre foi desafiadora devido à desigualdade de informações entre quem pede e quem empresta. Para mudar essa realidade, o Cadastro Positivo surgiu como uma ferramenta essencial para promover a inclusão financeira e facilitar o crescimento das empresas.

O que é o Cadastro Positivo?

Diferente das “listas de negativados”, o Cadastro Positivo é um banco de dados que reúne o histórico de crédito e obrigações financeiras, quitadas ou em andamento, de pessoas físicas e jurídicas. Ele foca no comportamento do bom pagador, permitindo uma análise muito mais justa e personalizada.

O que consta no seu histórico?

  • Operações Financeiras: Inclui empréstimos, financiamentos e faturas de cartões de crédito.
  • Serviços Continuados: Pagamentos de contas de luz, água, gás e telefone.
  • Dados Detalhados: O sistema armazena o valor, a quantidade de parcelas, as datas de vencimento e as datas de pagamento.

A Diferença entre Cadastro e Nota de Crédito

É comum confundir os dois, mas eles não são a mesma coisa:

  1. Cadastro Positivo: É a fonte de informação sobre como você paga suas contas.
  2. Nota de Crédito (Score): É o resultado de uma análise que utiliza o Cadastro Positivo e outras fontes (como protestos e negativações) para calcular sua capacidade de pagamento.

Por que sua empresa deve utilizar o Cadastro Positivo?

Para as micro e pequenas empresas (MPEs) e Microempreendedores Individuais (MEIs), os benefícios são estratégicos:

  • Taxas de Juros Justas: Os juros passam a ser calculados de acordo com o perfil individual de cada pagador.
  • Melhores Prazos: Empresas com bom histórico podem negociar limites maiores e prazos estendidos.
  • Inclusão Financeira: Permite que brasileiros sem conta bancária provem sua idoneidade através de contas de consumo (luz/telefone).
  • Maior Poder de Negociação: Com uma boa nota, o tomador pode avaliar as melhores condições propostas por diversos agentes de crédito.

Segurança e Gestão de Dados

O sistema é regulamentado por leis federais e gerido por cinco birôs de crédito autorizados pelo Banco Central: Boa Vista, Quod, Serasa Experian, SPC Brasil e TransUnion.

A legislação protege sua privacidade, proibindo o uso de informações sensíveis e garantindo que o histórico completo só seja acessado por terceiros com sua autorização. Além disso, você tem o direito de solicitar correções de dados incorretos em até 10 dias.

Quer saber mais? Baixe o E-book Gratuito!

A Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) elaborou uma publicação para ajudar você a dominar o Cadastro Positivo e usá-lo a favor do seu negócio.

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BRDE conquista 1º lugar nacional em premiação do BNDES por desempenho em crédito

Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foi o grande vencedor nacional da categoria “Bancos de Desenvolvimento e Agências de Fomento” no prêmio Reconhecimento BNDES: Agentes Financeiros Destaques. A distinção, entregue na noite desta terça-feira (7) em São Paulo, premia as instituições que apresentaram a melhor performance na operacionalização de linhas de crédito do BNDES ao longo de 2025.

Esta é a quinta edição do prêmio, que busca valorizar os parceiros que funcionam como o braço capilar do BNDES, levando recursos a empresas e projetos em diferentes regiões do país. O BRDE superou outras instituições da categoria ao registrar o maior volume de operações aprovadas em linhas de repasse no último ano.

Parceria estratégica e desenvolvimento regional

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, o reconhecimento reafirma a eficiência técnica da instituição em transformar crédito em investimento real.

“Esse reconhecimento mostra a capacidade do BRDE de transformar crédito em investimento produtivo, com critério técnico e compromisso com o desenvolvimento. Reafirma o papel do banco como instrumento público moderno e alinhado às prioridades do País”, destacou.

O diretor-administrativo do banco, Heraldo Neves, reforçou que a conquista é fruto de uma governança sólida e da proximidade com o cliente. “O BRDE tem buscado diversificar suas fontes, mas preservando com o BNDES uma relação estratégica, essencial para financiar investimentos de longo prazo”, afirmou.

Números do BRDE em 2025

Mesmo com um movimento crescente de busca por fontes externas e internacionais de financiamento, o BNDES continua sendo o principal pilar de sustentação do banco regional.

  • Participação do BNDES: Respondeu por 67,9% do total contratado pelo BRDE em 2025.
  • Diversificação: Ao todo, o banco operou com recursos de 12 provedores de funding diferentes no último exercício.
  • Critério do Prêmio: A apuração considerou a soma total dos valores das operações aprovadas em linhas de repasse.

O papel das agências de fomento

As instituições desta categoria atuam como uma ponte: o BNDES fornece o recurso (funding), e o BRDE é o responsável pela ponta final — analisando, estruturando e aprovando o crédito para o empresário ou produtor rural.

A cerimônia contou com a presença do superintendente de Crédito e Controle do BRDE, Thiago Tosatto, que recebeu a placa das mãos de Cristiane Viturino, da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE). A diretora do BNDES, Maria Fernanda Coelho, ressaltou que o sucesso das operações depende diretamente da confiança e credibilidade construída com esses agentes parceiros.

O BRDE é patrocinador do XXIII Enampe. Confira – clique aqui

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XXIII Enampe: O Ponto de Encontro que Transforma o Pequeno Negócio em Grande Protagonista

No dia 10 de abril, o Brasil volta seus olhos para Curitiba e para as telas de todo o país. A Fampepar, o Sebrae-PR e a Conampe realizam o XXIII Enampe – Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa.

Com o mote central “Fortalecer os pequenos negócios é fortalecer o Brasil”, o evento não é apenas uma conferência, mas uma plataforma estratégica de conexão entre quem formula as leis, quem oferece o crédito e quem faz a economia pulsar na ponta: o empreendedor.

Conhecimento que Vira Lucro: Os Pilares do Evento

O XXIII Enampe foi desenhado para responder às dores reais do dia a dia empresarial. A programação foca em temas que são o “divisor de águas” para qualquer MPE em 2026:

  • Inteligência Artificial na Prática: Esqueça a teoria complexa. O foco aqui é como usar a IA para vender mais, automatizar processos e reduzir custos operacionais hoje mesmo.
  • O Caminho do Dinheiro (Crédito e Financiamento): Painéis exclusivos sobre incentivos governamentais, o papel vital do cooperativismo e as novas fronteiras do fomento comercial.
  • Liderança Feminina: Dani Mendes, jornalista, mentora de comunicação, palestrante, escritora e empreendedora. Idealizadora dos métodos “Ouse Brilhar” e “Ouse Comunicar”. No dia 9, às 19 horas, no Centro de Eventos do Lizon Curitiba Hotel, ela fará o lançamento do seu livro “Ouse Comunicar”, um esquenta para o XXIII Enampe.
  • Nova Economia e Marca: Discussões essenciais sobre marketing, identidade e como o associativismo pode ser o escudo e a espada do pequeno empresário no mercado competitivo.
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Autoridades e Especialistas Confirmados

O palco do XXIII Enampe receberá 15 das maiores autoridades do setor, garantindo um debate de alto nível:

  • Maurício Juvenal: Secretário Nacional do Ministério do Empreendedorismo (MEMP), trazendo a visão de estado e as novas políticas públicas para o setor.
  • Ercílio Santinoni: Presidente da Conampe e Fampepar, liderando o diálogo associativista.
  • Jairo di Paula: Unindo marketing e saúde mental para uma gestão humanizada e eficiente.
  • Liderança Feminina: Dani Mendes, jornalista, mentora de comunicação, palestrante, escritora e empreendedora. Idealizadora dos métodos “Ouse Brilhar” e “Ouse Comunicar”. No dia 9, às 19 horas, no Centro de Eventos do Lizon Curitiba Hotel, ela fará o lançamento do seu livro “Ouse Comunicar”, um esquenta para o XXIII Enampe.
  • Especialistas em Crédito: Nomes como Elias Sfeir (ANBC), Luiz Lemos Leite (ANFAC) e Heraldo Alves das Neves (Fomento Paraná) desbravam as oportunidades de financiamento.
  • Rafael Baltresca: Encerra o evento com a palestra “A Magia do Empreendedorismo”, utilizando PNL e hipnose para motivar e transformar a mentalidade empreendedora.

Como Participar: Presencial ou Online

O XXIII Enampe rompe as barreiras geográficas com um modelo híbrido pensado para todos:

  1. Presencial: No Lizon Curitiba Hotel, reunindo lideranças, autoridades e empresários para um networking de alto impacto (vagas limitadas). Inscrições gratuitas – clique aqui.
  2. Online: Transmissão ao vivo e gratuita pelo canal oficial da Conampe no YouTube, permitindo que empreendedores de cada canto do Brasil acompanhem em tempo real. – clique aqui.

O Enampe é o momento de alinhar o passo com o futuro. É onde a força do associativismo encontra a inovação tecnológica para garantir que a micro e pequena empresa continue sendo o motor do desenvolvimento brasileiro.

Serviço:

  • Evento: XXIII Enampe – Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa
  • Data: 10 de abril
  • Onde: Lizon Curitiba Hotel + Transmissão no YouTube
  • Realização: Conampe e Fampepar
  • Inscrições gratuitas presenciais e a distância (ao vivo) – Clique aqui
Interna site

Estão patrocinando o XXIII Enampe o MEMP, o sistema SENAR/FAEP, o sistema FECOMÉRCIO, a ANBC, a Fomento Paraná/Governo do Paraná, Sanepar/Governo do Paraná e BRDE. Apoiam o evento a ANFAC, o FOPEME – Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa, Fempipar e Monampe.

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Crédito para MPEs no Brasil: evolução histórica, dados recentes e recorte regional

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Elias sfeir anbc ass 1

Nas economias modernas, o sistema financeiro promove o encontro entre concedentes e demandantes de recursos. As empresas que tomam crédito o fazem usando os recursos para viabilizar o giro do negócio e realizar investimentos produtivos.

Iniciamos hoje uma parceria de compartilhar melhores prática sobre como tomar e oferecer crédito com a CONAMPE por meio de materiais informativos e uma série de artigos no universo das micro e pequenas empresas. Para começar, apresentamos alguns números que dão a dimensão desse mercado no Brasil.

De acordo com dados do Banco Central, o saldo de crédito destinado a empresas chegou a R$ 2,61 trilhões em novembro de 2025. Essa cifra mostra o valor em aberto das operações de empréstimos e financiamentos feitos por meio do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O detalhamento dos dados revela que 53,9% do saldo total foi destinado a grandes empresas e 46,1% foi destinado a micro, pequenas e médias empresas. Esse é o retrato mais atual da distribuição do crédito empresarial.

A evolução recente mostra que, no início da década, a participação das empresas de menor porte no saldo de crédito chegou a 34%, recuperando-se a partir de então, sobretudo com os programas de incentivo ao crédito durante a pandemia. Esse período foi, aliás, de crescimento acelerado do crédito para as empresas menores. Entre 2020 e o início de 2025, o crescimento médio anual do saldo de crédito para esse segmento foi de 16%, enquanto o de grandes empresas foi de 8%.

Os dados de inadimplência divulgados pelo setor dos birôs de crédito mostram que, à medida que o crédito avança, a quantidade de micro e pequenas empresas negativadas também cresce. Em outubro de 2025, esse número chegou a 8,2 milhões, com aumento de 25% na comparação com o mesmo o mês do ano anterior.

Mesmo com esses números mais recentes de crescimento do crédito, a maior parte dos pequenos negócios ainda lida com restrições a empréstimos e financiamentos. O fenômeno é observado no Brasil e no mundo, tendo sido destaque nas discussões do G20 em 2024, sob a presidência brasileira. Na ocasião, observou-se que os gargalos para a contratação de crédito dos pequenos negócios residiam na falta de garantias e de relatórios financeiros para a análise de crédito.

Analisando a percepção dos empresários, uma sondagem realizada em 2025 pelo Sebrae mostrou que, nos seis meses anteriores à pesquisa, 15% dos pequenos negócios fizeram a solicitação de um novo empréstimo. Os dados sugerem que a contratação de recursos é algo distante da rotina das pequenas empresas, que se limita aos recursos próprios.

Entre os que solicitaram crédito, quase metade conseguiu a liberação, sendo que os principais motivos para buscarem empréstimos foram: capital de giro (41%), compra de máquinas e equipamentos (29%) e reforma/ampliação do negócio (21%).

O estudo mostra que a região Nordeste lidera a busca de empresários por empréstimos (24%). Em seguida, aparecem as regiões Norte (20%) e Centro Oeste (18%), Sudeste (13%) e Sul (11%) Nota-se que, mesmo nas regiões onde o percentual de solicitações de crédito foi maior, os números ainda são baixos com relação ao total de MPEs no país.

A boa notícia é que desenvolvimentos recentes do mercado de crédito, sobretudo no Brasil, podem acelerar a transformação dessa realidade, tornando as modalidades de empréstimos e financiamentos mais acessíveis aos pequenos negócios. Nos últimos anos, houve um esforço regulatório que envolveu a sociedade civil e órgãos governamentais para modernizar o mercado de crédito brasileiro. Um dos frutos desse esforço foi o novo Cadastro Positivo, responsável por dar visibilidade a pessoas físicas e jurídicas no país.

Nas próximas edições, detalharemos alguns dos tópicos citados neste panorama, como os programas governamentais de incentivo ao crédito, o papel do avanço tecnológico, a importância da nota de crédito, entre outros temas. O objetivo é contribuir com informações para que as micro e pequenas empresas possam ter mais visibilidade sobre como buscar recursos para a expansão dos negócios ou para a gestão do fluxo de caixa.

Dado o potencial de crescimento das pequenas empresas, o crédito bem concedido, com o devido controle de risco, é uma porta que se abre para o desenvolvimento econômico e social do país.

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Mais de 130 mil micro e pequenas empresas conseguiram crédito pelo PRONAMPE

A Secretaria Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC), do Ministério da Economia, inofrmou que R$ 10 bilhões já foram liberados para 130 mil micro e pequenas empresas (MPEs), nesta nova fase do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE).

Ao todo, serão disponibilizados R$ 25 bilhões em cerca de 20 instituições financeiras que estão operando o Programa. Segundo fonte da SEPEC, “esse é mais um resultado do compromisso firmado pela SEPEC/Ministerio da Economia em caminhar ao lado das MPEs, dando as condições necessárias para o crescimento, a geração de emprego e de renda para os brasileiros”.

O presidente da Conampe e da Fampepar, Ercílio Santonini, considera o PRONAMPE permanente uma conquista da maior importância para as micro e pequenas empresas e espera que o crédito continue chegando ao maior número de empresas possível.
A Fampepar e a Conampe têm defendido, junto ao Ministério da Economia, o acesso efetivo ao crédito e outras políticas públicas de apoio aos pequenos negócios, condições essenciais nesse momento de enfrentamento à crise provocada pela pandemia.

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Banco do Brasil retoma contratação do Pronampe

O Banco do Brasil está retomando as contratações do Pronampe. No Paraná, o banco tem 125 mil empresas mapeadas. A superintendência do banco, no Paraná, está empenhada em trazer para o estado a maior quantidade possível de recursos do programa, atendendo a micro e pequenas empresas.

Quem prentende crédito pelo Pronampe deve procurar o Banco do Brasil. No Paraná, o banco está com uma mobilização especial para atender aos pequenos negócios.

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Presidente sanciona lei que torna Pronampe permanente

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (2 de junho) a lei que torna permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O anúncio foi feito em vídeo publicado por Bolsonaro nas redes sociais, em que ele aparece acompanhado de ministros e do senador Jorginho Mello (PL-SC), autor do projeto.

“Estou agora sancionando a nova lei do Pronampe, que vista atender as pequenas empresas e o microempresário, de forma permanente”, declarou Bolsonaro.

O Pronampe foi criado em maio de 2020 para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19, mas foi encerrado no fim do ano. Para restabelecer a iniciativa, o Congresso Nacional aprovou um novo projeto de lei que teve tramitação concluída no Senado no dia 11 de maio e aguardava apenas a sanção presidencial para entrar em vigor.

Ao longo do ano passado, o Pronampe disponibilizou mais de R$ 37 bilhões em financiamentos para quase 520 mil micro e pequenos empreendedores. As empresas beneficiadas assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam usar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais.

Na nova fase, o governo disponibilizou crédito de R$ 5 bilhões, mas a expectativa é que os bancos que vão operacionalizar os financiamentos possam alavancar os recursos disponíveis para cerca de R$ 25 bilhões, disse o senador Jorginho Mello (PL-SC). Ainda de acordo com o parlamentar, pelo menos 20% desse recurso será destinado a empreendedores da área de eventos, por causa dos prejuízos causados pela paralisação dessas atividades durante a pandemia.

“O micro e o pequeno empresário no Brasil representam 98% de todas as empresas e nunca tiveram uma linha de crédito com essa abrangência, [com] fundo garantidor, carência, juro decente e possibilidade de melhorar o seu negócio”, afirmou o senador no vídeo publicado nas redes sociais de Bolsonaro.

Os novos empréstimos feitos pelo Pronampe, considerados a partir de janeiro de 2021, poderão ter custo máximo de 6% ao ano, mais taxa Selic (3,5% ao.ano). As instituições bancárias participantes do programa operarão com recursos próprios e poderão contar com garantia a ser prestada pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil. Esse fundo servirá como garantia para até 100% do valor das operações, desde que todos os empréstimos feitos pelo instituição não tenham taxa de inadimplência maior que 85%.

A linha de crédito concedida pelo Pronampe corresponderá a até 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício anterior ao da contratação, salvo no caso de empresas que tenham menos de um ano de funcionamento. Nesse caso, o limite do empréstimo corresponderá a até 50% de seu capital social ou a até 30% de 12 vezes a média da receita bruta mensal apurada desde o início de suas atividades, valendo a opção mais vantajosa para o pequeno empresário.

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou do anúncio da sanção do Pronampe permanente, o programa democratiza o acesso ao crédito no país. “Pela primeira vez nessa recuperação, 48% da expansão de crédito foram para o pequeno e o médio”, afirmou o ministro.

A Fampepar, ao lado da Conampe, defendeu desde o ano passado a transformação do Pronampe em programa permanente. Este é um avanço muito importante para as micro e pequenas empresas.

Fonte: Agência Brasil.