FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS DO ESTADO DO PARANÁ

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Feira do Empreendedor em Curitiba terá espaço de atendimento e rodadas de crédito para micro e pequenas empresas

De 11 a 14 de setembro, Curitiba será palco de um dos maiores eventos voltados ao empreendedorismo no Paraná: a Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebrae/PR. Realizada no Viasoft Experience, a feira vai reunir conteúdos, consultorias, oportunidades de crédito, networking e palestras de grandes nomes nacionais. A entrada é gratuita, através da inscrição pelo site sebraepr.com.br/lp/feiracuritiba

Entre os destaques está o Espaço de Atendimento ao Empreendedor, onde micro e pequenas empresas vão ter acesso a consultorias personalizadas, soluções como Empretec, Sebraetec e Sonar, além de orientações práticas sobre gestão e inovação. Outro ponto de atenção será o setor de franquias, que trará informações para quem deseja investir nesse modelo de negócio.

Outro desafio para as micro e pequenas empresas é a busca por melhoras financeiras e investimentos. E pensando nisso, a feira terá rodadas de crédito, que vão aproximar empreendedores de seis instituições financeiras: Banco do Brasil, Cresol, Fomento Paraná, Pagbank, Sicoob e Sicredi. Cada instituição terá cinco minutos para apresentar suas linhas de financiamento e, em seguida, os empreendedores poderão apresentar seus negócios, esclarecer dúvidas e ampliar sua rede de contatos. Em 2024, o espaço registrou intenção de crédito de mais de R$ 25 milhões entre os participantes.

Com mais de 23 mil visitantes na edição passada, o evento é uma oportunidade estratégica para quem já empreende, deseja abrir um negócio ou busca alternativas de crédito e inovação.

A Fampepar estará presente com um estande de atendimento aos empreendedores, reforçando sua atuação como representante das micro e pequenas empresas no Paraná.

“A Feira do Empreendedor é um espaço essencial para que os empresários das micro e pequenas empresas se atualizem, conheçam novas oportunidades e fortaleçam seus negócios. Estar ao lado do Sebrae nesse evento reafirma o compromisso da Fampepar em apoiar os empreendedores em todas as suas necessidades”, destaca o presidente da Fampepar, Ercílio Santinoni.

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Conampe vota pela prorrogação de prazos do Simples Nacional para empresas afetadas pela taxação dos EUA

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou a Resolução nº 180, que prorroga, em caráter excepcional, os prazos de recolhimento de tributos e parcelas mensais de parcelamentos para micro e pequenas empresas exportadoras afetadas pela taxação imposta pelos Estados Unidos.

A medida contempla empresas optantes do Simples Nacional, inclusive as enquadradas no Simei, que tenham sofrido impacto direto das tarifas adicionais aplicadas aos produtos brasileiros. Para se enquadrar no benefício, o negócio deve ter registrado, entre julho de 2024 e junho de 2025, faturamento de exportações igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período.

Com a decisão, os tributos com vencimento em setembro passam para 21 de novembro de 2025, enquanto os de outubro terão prazo até 22 de dezembro de 2025. As parcelas de parcelamentos administrados pela Receita Federal e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional também seguem o mesmo cronograma.

A Conampe, única instituição privada que faz parte do Comitê Gestor, votou a favor da medida. Para o presidente da entidade, Ercílio Santinoni, a prorrogação é um passo necessário para aliviar a pressão financeira sobre os pequenos negócios exportadores. “Estamos vivendo um momento delicado para os pequenos empreendedores brasileiros que exportam para os Estados Unidos. A prorrogação dos prazos dá um fôlego importante para que essas empresas consigam se reorganizar. A Conampe ser a única instituição privada a participar do Comitê reforça ainda mais o nosso papel, que é justamente garantir que a voz da micro e pequena empresa seja ouvida e respeitada”, destaca.

A resolução entra em vigor na data da publicação no Diário Oficial da União.

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Feira do Empreendedor Sebrae confirma datas e palestrantes de destaque em Curitiba

A Feira do Empreendedor Sebrae está confirmada em Curitiba de 11 a 14 de setembro, reunindo ações gratuitas que vão desde orientações empresariais e consultorias até exposições, oficinas e uma feirinha de MEIs . O evento acontece das 14h às 22h no Viasoft Experience, com palestras de alto nível no Teatro Positivo.

Serão cerca de 130 palestras e 60 horas de conteúdo, além de 40 postos de atendimento gratuito para empreendedores; uma agenda rica dedicada à inspiração e à capacitação .

Entre os palestrantes confirmados estão:
João Branco – abre o evento na quinta (11) às 20h. Reconhecido pela Forbes como um dos dez melhores profissionais de marketing do Brasil. No McDonald’s, liderou a equipe que transformou a marca “Méqui” em um fenômeno de mercado. É professor, colunista e autor dos livros Dê Propósito e Desmarketize-se .

Daniel Dias – estrela da sexta-feira (12) às 20h. Paralímpico mineiro de sucesso, acumula 24 medalhas, sendo 14 de ouro, e 31 em campeonatos mundiais. Ganhador do Troféu Laureus como Melhor Atleta com Deficiência e integrante da Academia Laureus. Hoje, é palestrante, gestor do Instituto Daniel Dias e voz ativa contra o capacitismo .

Thiago Reis – se apresenta no sábado (13), a partir das 18h. Especialista em aumentar receitas, gerou mais de R$ 1,7 bilhão para clientes em 24 meses e foi eleito o influenciador de vendas nº 1 em 2019, figurando entre os 10 nomes mais relevantes do LinkedIn .

Sandra Chayo – assume o palco no domingo (14) às 18h. Empresária, filha do fundador do grupo, Nissim Hara, trouxe inovação e gestão voltada para mulheres empreendedoras. Foi eleita uma das 20 Mulheres de Sucesso pela Forbes e atua como jurada da 7ª temporada do Shark Tank Brasil .

Fonte e fotos: Sebrae-PR

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Fórum Nacional debate ações para fortalecer micro e pequenas empresas no Espírito Santo

O Espírito Santo é sede, nesta quarta-feira (20), da 2ª Reunião Ordinária do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O encontro, realizado na sede do Sebrae/ES, reúne lideranças nacionais e regionais para debater propostas e políticas públicas que impulsionem os pequenos negócios — setor que já soma mais de 534 mil empresas ativas no estado.

As discussões contam com a coordenação da Secretaria Nacional de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, ligada ao Ministério do Empreendedorismo, e envolvem temas como crédito, acesso a mercados, inovação, capacitação e simplificação burocrática. A programação inclui reuniões dos comitês temáticos e uma mesa-redonda sobre empreendedorismo feminino e étnico.

Na quinta-feira (21), a agenda segue no Palácio Anchieta, com destaque para o lançamento do Programa Acredita e do Contrata+Brasil no estado. O evento terá a presença de autoridades, palestras de especialistas como Mauro Oddo (Ipea) e do ex-jogador Raí, campeão do mundo em 1994 pela Seleção Brasileira.

Representando a Conampe e também o Paraná, por meio da Fampepar, o presidente Ercílio Santinoni reforçou a relevância da articulação nacional. “Estar presente em fóruns como este é fundamental para garantir que as demandas das micro e pequenas empresas sejam ouvidas. Nosso papel é lutar para que políticas públicas cheguem de forma efetiva ao empreendedor que está na ponta, gerando emprego e renda em todo o país”, destaca.

Programação:

Dia 20 – 2ª Reunião Ordinária do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

8h – Credenciamento
8h30 – Abertura solene com secretário Nacional do Ministério do Empreendedorismo, Maurício Juvenal, e da Empresa de Pequeno Porte e autoridades locais
9h às 17h – Reuniões dos Comitês Temáticos (Racionalização Legal e Burocrática; Acesso a Mercados; Tecnologia e Inovação; Investimento, Financiamento e Crédito;
Formação e Capacitação Empreendedora; MEI; Política Nacional de Apoio às MPEs
17h – Mesa Redonda – GT Empreendedorismo Feminino e Étnico

Onde: Salas Multiuso da sede do Sebrae/ES, na Rua Belmiro Rodrigues da Silva, 170, Enseada do Suá

Dia 21 – Cerimônia de Lançamento – Agenda Capixaba da Micro e Pequena Empresa e do Empreendedorismo
Quando: das 9h às 12h
Onde: Palácio Anchieta, na Praça João Clímaco, 142, Centro, Vitória

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Fopeme inicia 10º Ciclo de Reuniões debatendo avanços para reduzir burocracia e ampliar mercados para micro e pequenas empresas

Nesta terça-feira (13), o Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná (Fopeme) deu início ao seu 10º Ciclo de Reuniões com os Comitês Temáticos, reunindo lideranças empresariais, representantes do poder público e entidades de apoio ao empreendedorismo. O encontro, realizado na sede do Sebrae/PR, em Curitiba, abriu as discussões do Painel de Gestão 2025 com três temas centrais: Racionalização Legal e Burocrática, Acesso a Mercados e Investimento, Financiamento e Crédito.

Os debates trataram de propostas para simplificar processos, ampliar as oportunidades comerciais e fortalecer o acesso a recursos financeiros para os pequenos negócios. A meta é criar um ambiente mais favorável para que micro e pequenas empresas possam inovar, crescer e gerar mais empregos no Estado.

Para o presidente da Conampe, Ercílio Santinoni, a agenda de hoje reflete a essência do trabalho do Fopeme. “Cada tema debatido aqui tem impacto direto no dia a dia do micro e pequeno empresário. Quando simplificamos a burocracia, ampliamos o acesso a mercados e melhoramos as condições de crédito, estamos criando o ambiente que o empreendedor precisa para prosperar”, afirmou.

O Ciclo de Reuniões segue na quarta (13) com debates sobre Tecnologia e Inovação e Formação, Educação e Capacitação Empreendedora, encerrando dois dias de discussões voltadas a fortalecer o ecossistema das micro e pequenas empresas no Paraná.

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Feira do Empreendedor em Maringá impulsiona inovação e fortalece os pequenos negócios do Paraná

De 24 a 26 de julho, Maringá sediou uma das principais iniciativas de apoio ao empreendedorismo no Paraná: a Feira do Empreendedor Sebrae. Realizada no Paraná Expo, a edição atraiu visitantes de toda a região, reunindo soluções inovadoras, capacitações e oportunidades de negócios voltadas especialmente aos micro e pequenos empreendedores.

Com mais de 30 expositores, o evento apresentou desde ferramentas tecnológicas baseadas em inteligência artificial até iniciativas de economia circular, como projetos de reciclagem de colchões e empreendimentos voltados à experiência do consumidor. Também estiveram presentes instituições representativas de diversos setores, que compartilharam conhecimento, projetos e serviços de apoio aos empresários locais.

A presidente da Associação dos Micro e Pequenos Empreendedores Individuais (Ampec) de Maringá e conselheira do Sebrae/PR, Eliane Bento, destacou o papel estratégico da Feira como um catalisador de conexões e desenvolvimento. “A Feira cria um ambiente que contribui diretamente com conteúdo, capacitação de equipes e traz um novo olhar para oportunidades ligadas à inovação e tendências. Representa uma oportunidade de fortalecimento e valorização do micro e pequeno empreendedor local, com foco no desenvolvimento econômico regional e coletivo nesse momento ímpar para Maringá e região”, afirmou.

A Fampepar e a Conampe também marcaram presença no evento, reforçando o papel fundamental das entidades na estruturação e crescimento dos pequenos negócios no estado. Para o presidente da Fampepar e da Conampe, Ercílio Santinoni, a Feira simboliza a força do empreendedorismo paranaense. “A Feira, aqui em Maringá, é uma oportunidade de apresentar o nosso trabalho, uma grande chance de adquirir conhecimento e acessar todos os serviços que o Sebrae pode oferecer a uma empresa, permitindo que ela cresça de forma sustentável e economicamente rentável”, destacou.

A Feira do Empreendedor Sebrae em Maringá cumpriu seu papel ao aproximar quem empreende das soluções que fazem a diferença no dia a dia dos negócios, fortalecendo o ecossistema empresarial local e evidenciando o protagonismo dos pequenos negócios na economia do Paraná.

Fonte e fotos: Sebrae-PR

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Taxas do INPI podem triplicar e atingir diretamente as microempresas

O anúncio do reajuste nas taxas cobradas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que entra em vigor em agosto de 2025, acendeu o alerta entre microempreendedores e pequenos empresários. A mudança, que representa aumentos superiores a 300% em alguns serviços, impacta diretamente os pequenos negócios — especialmente no registro de marcas, ferramenta essencial para a proteção e crescimento empresarial.

Segundo o advogado especialista em Propriedade Intelectual, Marcelo Alvarenga, o aumento atinge de forma desigual os negócios, penalizando os menores. “Para grandes empresas, o custo do registro representa uma fração mínima do orçamento. Já para os MEIs e MPEs, o reajuste pode inviabilizar a formalização da identidade empresarial”, explica. Ele ainda destaca a redução do desconto concedido a microempresas e MEIs, que cairá de 60% para 50%, como um agravante no cenário.

Na prática, os prazos e processos não devem mudar, mas o impacto financeiro pode desestimular pequenos empreendedores a protegerem juridicamente suas marcas. “Muitos podem adiar o registro por priorizarem gastos operacionais. Isso os deixa vulneráveis a cópias, ações judiciais ou até à perda do nome e da identidade visual”, alerta Alvarenga.

Para os interessados em garantir os valores antigos, ainda é possível protocolar os pedidos até o dia 31 de julho de 2025. Após essa data, o novo valor será integralmente cobrado. “É hora de correr. Quem deseja registrar sua marca deve acelerar a análise e efetuar o protocolo antes do reajuste”, orienta o advogado.

O presidente da Conampe e Fampepar, Ercílio Santinoni, reforça a importância da mobilização das entidades para apoiar os pequenos negócios nesse processo. “É um contrassenso penalizar quem mais precisa de apoio. As micro e pequenas empresas representam o maior número de empreendimentos no país e precisam ter acesso à proteção jurídica com condições viáveis. A Conampe, Fampepar e nossas associações continuarão atuando para orientar, representar e fortalecer esse segmento fundamental da economia brasileira”, afirma.

Entre as sugestões apontadas por Alvarenga para mitigar os efeitos do reajuste estão a manutenção de descontos maiores para os pequenos, a criação de regimes simplificados e ações em parceria com entidades representativas, como a Conampe, para facilitar o acesso à propriedade intelectual.

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Pequenos negócios ganham espaço no setor de tecnologia

O setor de tecnologia, tradicionalmente dominado por grandes empresas, está vivendo um novo cenário com a entrada cada vez mais expressiva de micro e pequenas empresas. Dados do Sebrae mostram que, nos últimos quatro anos, o número de pequenos negócios ligados à tecnologia cresceu mais de 30% no Brasil, com destaque para áreas como suporte em TI, marketing digital, desenvolvimento de software e automação de processos. Essa tendência reflete a crescente demanda por soluções acessíveis, personalizadas e inovadoras.

Segundo levantamento da StartupBase (mantida pela Abstartups), 42% das startups no Brasil começaram com até dois sócios e sem investimento externo – ou seja, na prática, como pequenos negócios que foram se consolidando a partir de uma boa ideia e da vontade de empreender. No Paraná, o ecossistema também tem se destacado: um estudo do Sebrae/PR mostrou que Curitiba está entre as seis capitais brasileiras com maior concentração de empresas de base tecnológica, com participação ativa de MPEs no setor.

Para o presidente da Conampe e da Fampepar, Dr. Ercílio Santinoni, o avanço dos pequenos negócios na tecnologia representa uma virada de chave no perfil do empreendedor brasileiro. “A tecnologia deixou de ser um privilégio das grandes empresas. Hoje, qualquer micro ou pequena empresa pode inovar, seja com ferramentas simples de automação, marketing digital ou sistemas de gestão. O papel das nossas entidades é justamente abrir caminhos, oferecendo capacitação, informação e suporte para que esses empreendedores possam acompanhar essa evolução e crescer com segurança”, afirma.

A Conampe e a Fampepar seguem incentivando a digitalização e a inovação nos pequenos negócios, reforçando o papel estratégico do setor na economia nacional.

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Paraná amplia atividades consideradas de baixo risco e facilita abertura de empresas

O Governo do Estado do Paraná anunciou nesta segunda-feira (14) um novo avanço no ambiente de negócios. Em evento realizado no Palácio Iguaçu, o governador em exercício Darci Piana oficializou a alteração do Decreto de Baixo Risco, ampliando de 771 para 975 o número de atividades econômicas que passam a ter dispensa de licenciamento prévio para funcionamento.

A mudança beneficia diretamente micro e pequenos empreendedores, que agora terão mais agilidade e menos burocracia na hora de abrir suas empresas. As atividades classificadas como de baixo risco são aquelas que não oferecem ameaça à integridade física, à saúde humana, ao meio ambiente ou ao patrimônio. Esses negócios passam a ser dispensados de licenças de órgãos como Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Instituto Água e Terra (IAT), Adapar e, agora, também da Polícia Civil, que passa a integrar o conjunto de órgãos envolvidos no processo.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) terá visibilidade sobre empresas que envolvem atividades sensíveis, como chaveiros, comércio de joias e pedras preciosas, recicladoras e ferros-velhos, ampliando o controle sem impor novas barreiras para o empreendedor.

O decreto reforça os princípios da Lei de Liberdade Econômica, tornando o Paraná ainda mais competitivo e atrativo para novos negócios. A responsabilidade pela veracidade das informações passa a ser do próprio empreendedor, que declara atender os requisitos exigidos para se enquadrar como atividade de baixo risco. Aspectos como porte do empreendimento, volume de atendimento ao público, uso de gás ou manipulação de alimentos são levados em conta nessa análise.

Outra novidade anunciada durante o evento foi a criação de uma ferramenta digital com georreferenciamento, desenvolvida pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar). O objetivo é automatizar a consulta de viabilidade locacional, um dos principais gargalos do processo de formalização em diversos municípios, onde o procedimento ainda é feito de forma manual.

Com essa tecnologia, os empreendedores poderão saber de forma imediata se a atividade pretendida pode ser exercida no endereço indicado, o que promete reduzir ainda mais o tempo de abertura de empresas no Estado.

Medidas como essas reforçam o compromisso do Paraná com a modernização do ambiente de negócios, ao mesmo tempo em que mantêm o equilíbrio entre a desburocratização e a responsabilidade social e ambiental.

Fonte e foto: AEN

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Microempresa forte é aquela que faz bem todas as funções do negócio

Gerir uma microempresa no Brasil é um desafio que vai muito além de vender um bom produto ou prestar um bom serviço. O empreendedor precisa, muitas vezes sozinho, desempenhar funções essenciais como vendas, produção, gestão financeira, comunicação, contabilidade, atendimento e até suporte jurídico. E fazer tudo isso bem é o que define a sustentabilidade e o sucesso do negócio.

Essa realidade, comum a milhões de empreendedores, é um dos focos de atuação da Conampe, da Fampepar e das AMPECs (Associações de Micro e Pequenas Empresas) em todo o Paraná e no Brasil.

“A micro e pequena empresa não pode se dar ao luxo de errar nas funções básicas. Cada decisão conta. E é por isso que nossa missão, enquanto entidades de apoio, é orientar e representar esses empreendedores com seriedade e presença”, afirma Dr. Ercílio Santinoni, presidente da Conampe e da Fampepar.

As associações locais oferecem apoio direto em áreas como formalização, planejamento, acesso a crédito, capacitações, permitindo que o empresário concentre sua energia no que sabe fazer, mas sem abrir mão da qualidade nas demais áreas.

“A Ampec é como uma extensão do pequeno negócio. Ela ajuda a tirar dúvidas, buscar caminhos, acessar ferramentas. É isso que transforma o dia a dia do empreendedor em algo mais seguro e estratégico”, complementa Dr. Ercílio.

A mensagem é clara: não basta empreender com coragem — é preciso empreender com preparo. E nessa jornada, contar com uma rede de apoio é o diferencial que separa os negócios que apenas sobrevivem dos que crescem com solidez.