FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS DO ESTADO DO PARANÁ

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Feira do Empreendedor em Maringá impulsiona inovação e fortalece os pequenos negócios do Paraná

De 24 a 26 de julho, Maringá sediou uma das principais iniciativas de apoio ao empreendedorismo no Paraná: a Feira do Empreendedor Sebrae. Realizada no Paraná Expo, a edição atraiu visitantes de toda a região, reunindo soluções inovadoras, capacitações e oportunidades de negócios voltadas especialmente aos micro e pequenos empreendedores.

Com mais de 30 expositores, o evento apresentou desde ferramentas tecnológicas baseadas em inteligência artificial até iniciativas de economia circular, como projetos de reciclagem de colchões e empreendimentos voltados à experiência do consumidor. Também estiveram presentes instituições representativas de diversos setores, que compartilharam conhecimento, projetos e serviços de apoio aos empresários locais.

A presidente da Associação dos Micro e Pequenos Empreendedores Individuais (Ampec) de Maringá e conselheira do Sebrae/PR, Eliane Bento, destacou o papel estratégico da Feira como um catalisador de conexões e desenvolvimento. “A Feira cria um ambiente que contribui diretamente com conteúdo, capacitação de equipes e traz um novo olhar para oportunidades ligadas à inovação e tendências. Representa uma oportunidade de fortalecimento e valorização do micro e pequeno empreendedor local, com foco no desenvolvimento econômico regional e coletivo nesse momento ímpar para Maringá e região”, afirmou.

A Fampepar e a Conampe também marcaram presença no evento, reforçando o papel fundamental das entidades na estruturação e crescimento dos pequenos negócios no estado. Para o presidente da Fampepar e da Conampe, Ercílio Santinoni, a Feira simboliza a força do empreendedorismo paranaense. “A Feira, aqui em Maringá, é uma oportunidade de apresentar o nosso trabalho, uma grande chance de adquirir conhecimento e acessar todos os serviços que o Sebrae pode oferecer a uma empresa, permitindo que ela cresça de forma sustentável e economicamente rentável”, destacou.

A Feira do Empreendedor Sebrae em Maringá cumpriu seu papel ao aproximar quem empreende das soluções que fazem a diferença no dia a dia dos negócios, fortalecendo o ecossistema empresarial local e evidenciando o protagonismo dos pequenos negócios na economia do Paraná.

Fonte e fotos: Sebrae-PR

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Taxas do INPI podem triplicar e atingir diretamente as microempresas

O anúncio do reajuste nas taxas cobradas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que entra em vigor em agosto de 2025, acendeu o alerta entre microempreendedores e pequenos empresários. A mudança, que representa aumentos superiores a 300% em alguns serviços, impacta diretamente os pequenos negócios — especialmente no registro de marcas, ferramenta essencial para a proteção e crescimento empresarial.

Segundo o advogado especialista em Propriedade Intelectual, Marcelo Alvarenga, o aumento atinge de forma desigual os negócios, penalizando os menores. “Para grandes empresas, o custo do registro representa uma fração mínima do orçamento. Já para os MEIs e MPEs, o reajuste pode inviabilizar a formalização da identidade empresarial”, explica. Ele ainda destaca a redução do desconto concedido a microempresas e MEIs, que cairá de 60% para 50%, como um agravante no cenário.

Na prática, os prazos e processos não devem mudar, mas o impacto financeiro pode desestimular pequenos empreendedores a protegerem juridicamente suas marcas. “Muitos podem adiar o registro por priorizarem gastos operacionais. Isso os deixa vulneráveis a cópias, ações judiciais ou até à perda do nome e da identidade visual”, alerta Alvarenga.

Para os interessados em garantir os valores antigos, ainda é possível protocolar os pedidos até o dia 31 de julho de 2025. Após essa data, o novo valor será integralmente cobrado. “É hora de correr. Quem deseja registrar sua marca deve acelerar a análise e efetuar o protocolo antes do reajuste”, orienta o advogado.

O presidente da Conampe e Fampepar, Ercílio Santinoni, reforça a importância da mobilização das entidades para apoiar os pequenos negócios nesse processo. “É um contrassenso penalizar quem mais precisa de apoio. As micro e pequenas empresas representam o maior número de empreendimentos no país e precisam ter acesso à proteção jurídica com condições viáveis. A Conampe, Fampepar e nossas associações continuarão atuando para orientar, representar e fortalecer esse segmento fundamental da economia brasileira”, afirma.

Entre as sugestões apontadas por Alvarenga para mitigar os efeitos do reajuste estão a manutenção de descontos maiores para os pequenos, a criação de regimes simplificados e ações em parceria com entidades representativas, como a Conampe, para facilitar o acesso à propriedade intelectual.

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Pequenos negócios ganham espaço no setor de tecnologia

O setor de tecnologia, tradicionalmente dominado por grandes empresas, está vivendo um novo cenário com a entrada cada vez mais expressiva de micro e pequenas empresas. Dados do Sebrae mostram que, nos últimos quatro anos, o número de pequenos negócios ligados à tecnologia cresceu mais de 30% no Brasil, com destaque para áreas como suporte em TI, marketing digital, desenvolvimento de software e automação de processos. Essa tendência reflete a crescente demanda por soluções acessíveis, personalizadas e inovadoras.

Segundo levantamento da StartupBase (mantida pela Abstartups), 42% das startups no Brasil começaram com até dois sócios e sem investimento externo – ou seja, na prática, como pequenos negócios que foram se consolidando a partir de uma boa ideia e da vontade de empreender. No Paraná, o ecossistema também tem se destacado: um estudo do Sebrae/PR mostrou que Curitiba está entre as seis capitais brasileiras com maior concentração de empresas de base tecnológica, com participação ativa de MPEs no setor.

Para o presidente da Conampe e da Fampepar, Dr. Ercílio Santinoni, o avanço dos pequenos negócios na tecnologia representa uma virada de chave no perfil do empreendedor brasileiro. “A tecnologia deixou de ser um privilégio das grandes empresas. Hoje, qualquer micro ou pequena empresa pode inovar, seja com ferramentas simples de automação, marketing digital ou sistemas de gestão. O papel das nossas entidades é justamente abrir caminhos, oferecendo capacitação, informação e suporte para que esses empreendedores possam acompanhar essa evolução e crescer com segurança”, afirma.

A Conampe e a Fampepar seguem incentivando a digitalização e a inovação nos pequenos negócios, reforçando o papel estratégico do setor na economia nacional.

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Paraná amplia atividades consideradas de baixo risco e facilita abertura de empresas

O Governo do Estado do Paraná anunciou nesta segunda-feira (14) um novo avanço no ambiente de negócios. Em evento realizado no Palácio Iguaçu, o governador em exercício Darci Piana oficializou a alteração do Decreto de Baixo Risco, ampliando de 771 para 975 o número de atividades econômicas que passam a ter dispensa de licenciamento prévio para funcionamento.

A mudança beneficia diretamente micro e pequenos empreendedores, que agora terão mais agilidade e menos burocracia na hora de abrir suas empresas. As atividades classificadas como de baixo risco são aquelas que não oferecem ameaça à integridade física, à saúde humana, ao meio ambiente ou ao patrimônio. Esses negócios passam a ser dispensados de licenças de órgãos como Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Instituto Água e Terra (IAT), Adapar e, agora, também da Polícia Civil, que passa a integrar o conjunto de órgãos envolvidos no processo.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) terá visibilidade sobre empresas que envolvem atividades sensíveis, como chaveiros, comércio de joias e pedras preciosas, recicladoras e ferros-velhos, ampliando o controle sem impor novas barreiras para o empreendedor.

O decreto reforça os princípios da Lei de Liberdade Econômica, tornando o Paraná ainda mais competitivo e atrativo para novos negócios. A responsabilidade pela veracidade das informações passa a ser do próprio empreendedor, que declara atender os requisitos exigidos para se enquadrar como atividade de baixo risco. Aspectos como porte do empreendimento, volume de atendimento ao público, uso de gás ou manipulação de alimentos são levados em conta nessa análise.

Outra novidade anunciada durante o evento foi a criação de uma ferramenta digital com georreferenciamento, desenvolvida pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar). O objetivo é automatizar a consulta de viabilidade locacional, um dos principais gargalos do processo de formalização em diversos municípios, onde o procedimento ainda é feito de forma manual.

Com essa tecnologia, os empreendedores poderão saber de forma imediata se a atividade pretendida pode ser exercida no endereço indicado, o que promete reduzir ainda mais o tempo de abertura de empresas no Estado.

Medidas como essas reforçam o compromisso do Paraná com a modernização do ambiente de negócios, ao mesmo tempo em que mantêm o equilíbrio entre a desburocratização e a responsabilidade social e ambiental.

Fonte e foto: AEN

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Microempresa forte é aquela que faz bem todas as funções do negócio

Gerir uma microempresa no Brasil é um desafio que vai muito além de vender um bom produto ou prestar um bom serviço. O empreendedor precisa, muitas vezes sozinho, desempenhar funções essenciais como vendas, produção, gestão financeira, comunicação, contabilidade, atendimento e até suporte jurídico. E fazer tudo isso bem é o que define a sustentabilidade e o sucesso do negócio.

Essa realidade, comum a milhões de empreendedores, é um dos focos de atuação da Conampe, da Fampepar e das AMPECs (Associações de Micro e Pequenas Empresas) em todo o Paraná e no Brasil.

“A micro e pequena empresa não pode se dar ao luxo de errar nas funções básicas. Cada decisão conta. E é por isso que nossa missão, enquanto entidades de apoio, é orientar e representar esses empreendedores com seriedade e presença”, afirma Dr. Ercílio Santinoni, presidente da Conampe e da Fampepar.

As associações locais oferecem apoio direto em áreas como formalização, planejamento, acesso a crédito, capacitações, permitindo que o empresário concentre sua energia no que sabe fazer, mas sem abrir mão da qualidade nas demais áreas.

“A Ampec é como uma extensão do pequeno negócio. Ela ajuda a tirar dúvidas, buscar caminhos, acessar ferramentas. É isso que transforma o dia a dia do empreendedor em algo mais seguro e estratégico”, complementa Dr. Ercílio.

A mensagem é clara: não basta empreender com coragem — é preciso empreender com preparo. E nessa jornada, contar com uma rede de apoio é o diferencial que separa os negócios que apenas sobrevivem dos que crescem com solidez.

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Sebrae/PR completa 53 anos impulsionando o empreendedorismo no Paraná

Neste 5 de julho, o Sebrae Paraná celebra 53 anos de atuação dedicada ao fortalecimento dos micro e pequenos negócios, sendo uma das principais referências nacionais em empreendedorismo, inovação e capacitação. Presente em todas as regiões do estado, a entidade se tornou essencial para o desenvolvimento econômico sustentável e para a transformação da vida de milhares de paranaenses que sonham e realizam por meio dos pequenos negócios.

Parceiro histórico da Fampepar e da Conampe, o Sebrae/PR ajudou a consolidar uma rede sólida de apoio ao empreendedorismo associativo, sendo responsável por iniciativas que vão desde o suporte técnico até o incentivo à criação de ambientes mais favoráveis para quem empreende.

“O Sebrae Paraná faz parte da história de quem acredita no poder da micro e pequena empresa para transformar realidades. É uma entidade com foco, compromisso e resultados. Como ex-presidente do Conselho e atual conselheiro, me orgulho de acompanhar de perto a trajetória desta instituição que tanto contribui com o desenvolvimento do estado”, destaca o presidente da Fampepar e da Conampe, Dr. Ercílio Santinoni.

Um marco da entidade é a retomada da Feira do Empreendedor, um dos maiores eventos voltados aos pequenos negócios no país, com edições regionais em várias cidades paranaenses. Segundo o presidente da Fampepar e da Conampe, a volta da Feira é um símbolo do compromisso do Sebrae com o futuro.

“A Feira do Empreendedor conecta empresários a soluções reais. Traz inovação, tecnologia e orientação prática para quem quer começar, crescer ou se reinventar. É mais uma demonstração de que o Sebrae está onde o empreendedor precisa”, reforça Dr. Ercílio.

A Fampepar e a Conampe parabenizam o Sebrae/PR pelos seus 53 anos e reafirmam o compromisso de seguir juntos na construção de um ambiente mais justo, forte e inclusivo para os pequenos negócios do Paraná e de todo o Brasil.